Fatores de risco do câncer de estômago

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Sumário

Os fatores de risco do câncer de estômago (ou câncer gástrico) são características, hábitos, infecções e condições de saúde que aumentam a chance de a doença surgir ao longo do tempo. Entender esses fatores é importante porque o câncer gástrico costuma ser silencioso no início, e parte do risco pode ser reduzida com medidas práticas, como tratar Helicobacter pylori, parar de fumar e melhorar a alimentação.

No Brasil, o câncer de estômago está entre os mais frequentes: o INCA informa que ele ocupa o 4º lugar em incidência entre os homens e o 6º entre as mulheres. O câncer de estômago segue relevante no Brasil: ele representa 5,4% dos novos casos em homens e 4,4% no total, segundo estimativa do INCA para 2026-2028

Neste artigo, você vai entender quais são os principais fatores de risco para câncer gástrico, quais têm evidência mais forte e o que pode ser feito para reduzir esse risco.

Pontos importantes

  • A infecção por Helicobacter pylori é um dos principais fatores de risco do câncer de estômago.
  • Alimentação rica em sal, alimentos defumados, conservados e carnes processadas aumenta o risco, enquanto frutas e vegetais frescos têm efeito protetor.
  • Tabagismo pode quase dobrar o risco de câncer gástrico.
  • Sobrepeso e obesidade se relacionam especialmente com câncer de cárdia (aquele mais próximo do esôfago), a parte mais próxima da entrada do estômago.
  • Ter fatores de risco não significa que a pessoa necessariamente terá câncer, mas indica a importância de acompanhamento e prevenção.

O que são fatores de risco para câncer de estômago?

O que significa ter um fator de risco

Fator de risco é tudo aquilo que aumenta a probabilidade de uma doença acontecer. No caso do câncer de estômago, isso pode incluir infecções, hábitos de vida, histórico familiar, idade e doenças prévias do próprio estômago.

Ter um fator de risco não é o mesmo que ter a doença. Significa apenas que aquela pessoa está em um grupo com chance maior do que a média.

Ter fatores de risco não significa que a doença vai acontecer

Esse ponto é essencial. Muitas pessoas têm H. pylori, fumam ou possuem histórico familiar e nunca desenvolvem câncer gástrico. Ao mesmo tempo, alguém sem fatores conhecidos também pode adoecer.

Por isso, os fatores de risco do câncer de estômago devem ser vistos como um sinal de atenção, não como uma sentença.

Diferença entre fatores modificáveis e não modificáveis

Os fatores modificáveis são aqueles sobre os quais é possível agir. Entram aqui tabagismo, consumo de álcool, excesso de sal na dieta, obesidade e infecção por H. pylori, quando há indicação de tratamento.

Já os fatores não modificáveis incluem idade, sexo, histórico familiar, algumas síndromes genéticas e certas características biológicas, como o tipo sanguíneo A, que aparece associado em alguns estudos.

Principais fatores de risco do câncer de estômago

Infecção por Helicobacter pylori

A bactéria Helicobacter pylori é um dos fatores de risco do câncer de estômago mais importantes e mais estudados. Ela infecta a mucosa do estômago e pode causar inflamação crônica, gastrite, úlceras e alterações celulares que aumentam o risco de câncer ao longo dos anos.

A American Cancer Society considera a infecção por H. pylori um dos principais fatores associados ao câncer gástrico. Em revisão científica publicada na SciELO, estudos mostraram associação importante entre a bactéria e o câncer de estômago.

Como a bactéria aumenta o risco

O problema não é apenas a presença da bactéria, mas a inflamação persistente que ela pode causar. Com o tempo, essa agressão contínua pode levar a gastrite crônica, gastrite atrófica, metaplasia intestinal, displasia e, em alguns casos, câncer.

Esse caminho de progressão será explicado mais adiante como modelo de Correa.

Quem tem H. pylori necessariamente terá câncer?

Não. Esse é um dos mitos mais comuns. A maioria das pessoas infectadas por H. pylori não terá câncer de estômago.

Ainda assim, a bactéria merece atenção porque aumenta o risco, principalmente quando está associada a outros fatores, como dieta inadequada, tabagismo e lesões pré-cancerosas.

Tratamento da infecção e redução de risco

Quando o médico identifica H. pylori, o tratamento costuma ser feito com combinação de antibióticos e remédios para reduzir a acidez do estômago. Em muitos casos, a erradicação da bactéria pode diminuir o risco futuro, especialmente se acontecer antes de lesões mais avançadas se instalarem.

Alimentação e hábitos alimentares

A dieta está entre os fatores de risco do câncer de estômago mais relevantes na saúde pública. Isso ajuda a explicar por que a incidência varia tanto entre regiões e populações.

Alimentos salgados, defumados, embutidos e conservados

Alimentos conservados em sal, defumados, embutidos e processados estão associados a maior risco de câncer gástrico. Isso inclui, por exemplo, carnes processadas, peixes muito salgados, conservas e produtos preservados por métodos antigos.

Esses alimentos podem conter compostos potencialmente cancerígenos, como nitrosaminas e outros compostos N-nitrosos.

Excesso de sal e risco gástrico

O sal em excesso agride a mucosa do estômago e pode facilitar a ação de agentes inflamatórios e carcinogênicos. Em termos simples, ele torna o ambiente gástrico mais vulnerável a danos repetidos.

Carnes processadas e alimentos grelhados na brasa

Carnes processadas merecem atenção porque passam por métodos de conservação que podem gerar substâncias nocivas. Alimentos muito tostados ou grelhados diretamente na brasa também são frequentemente discutidos como potenciais fontes de compostos prejudiciais.

Frutas, verduras e alimentos frescos como fator protetor

Por outro lado, dietas ricas em frutas, verduras e outros alimentos frescos parecem proteger. Isso pode ocorrer pela presença de fibras, antioxidantes e vitaminas, como a vitamina C, que pode ajudar a reduzir a formação de compostos nocivos no estômago.

Refrigeração e conservação adequada dos alimentos

A queda da incidência em alguns países foi associada à melhor conservação dos alimentos. Segundo dados reunidos pelo Oncoguia, a incidência vem diminuindo em parte graças à refrigeração, que favorece maior consumo de alimentos frescos e menor dependência de alimentos salgados e defumados.

Tabagismo

O cigarro é um fator de risco bem estabelecido. A American Cancer Society aponta que fumar pode quase dobrar o risco de câncer de estômago, especialmente em algumas localizações do órgão.

Quanto fumar aumenta o risco

O risco tende a ser maior entre fumantes intensos e pessoas com longa exposição ao tabaco. Quanto maior o tempo e a quantidade de cigarros, maior costuma ser o dano acumulado.

Efeito combinado com álcool e outros fatores

Na prática, o tabagismo raramente age sozinho. Ele pode se somar a dieta inadequada, álcool e inflamações crônicas, formando um cenário de risco mais alto.

Consumo de álcool

O álcool aparece entre os fatores de risco do câncer de estômago, mas com uma nuance importante: a evidência não é tão consistente quanto a do H. pylori e do tabagismo.

Quando o risco parece ser maior

Segundo a American Cancer Society, a associação parece mais forte em pessoas que consomem três ou mais doses por dia.

O que a evidência mostra e suas limitações

Revisões científicas mais antigas, como a publicada na SciELO, descrevem essa relação como controversa ou inconsistente em alguns contextos. Isso não significa que beber seja seguro, mas sim que o peso do álcool isoladamente pode variar conforme quantidade, padrão de consumo e presença de outros fatores.

Sobrepeso e obesidade

O excesso de peso está mais relacionado ao câncer de cárdia, região próxima à junção entre esôfago e estômago. Esse é um detalhe importante, porque nem todo câncer gástrico tem exatamente os mesmos fatores de risco.

Relação com câncer de cárdia

A obesidade aumenta a inflamação do organismo e costuma se associar ao refluxo gastroesofágico, o que ajuda a explicar a ligação mais forte com tumores de cárdia.

Condições e doenças do estômago que aumentam o risco

Algumas alterações do próprio estômago funcionam como lesões ou condições pré-cancerosas. Elas não significam câncer, mas exigem mais atenção.

Gastrite atrófica

A gastrite atrófica é uma inflamação crônica em que a mucosa do estômago vai perdendo suas glândulas normais. Isso cria um terreno mais propício para alterações celulares.

Metaplasia intestinal

Na metaplasia intestinal, células do estômago passam a se parecer com células do intestino. É considerada uma lesão pré-cancerosa e faz parte da sequência clássica de progressão do câncer gástrico do tipo intestinal.

Anemia perniciosa

A anemia perniciosa é uma doença autoimune que prejudica a absorção de vitamina B12 e se associa a alterações da mucosa gástrica. Embora não seja comum, está ligada a maior risco.

Pólipos gástricos, especialmente adenomas

Nem todo pólipo no estômago é perigoso, mas os adenomas merecem atenção especial porque têm maior potencial de transformação maligna.

Cirurgia prévia do estômago

Pessoas que já passaram por certas cirurgias gástricas podem apresentar risco aumentado anos depois, provavelmente por mudanças no ambiente do estômago e refluxo de bile.

Histórico familiar e síndromes hereditárias

O histórico familiar é um dos fatores de risco do câncer de estômago que mais gera dúvida. Ter parentes com a doença, principalmente em idade jovem ou em vários membros da família, pode indicar predisposição hereditária.

Quando suspeitar de predisposição hereditária

A suspeita aumenta quando há:

  • vários casos de câncer gástrico na família
  • diagnóstico em idade jovem
  • câncer gástrico difuso
  • associação com outros tumores hereditários

Síndromes genéticas associadas

Algumas síndromes hereditárias aumentam o risco de câncer gástrico.

  • Câncer gástrico hereditário difuso: É uma síndrome rara, mas importante, frequentemente associada a mutações genéticas específicas e a maior risco de câncer gástrico difuso.
  • Síndrome de Lynch: Mais conhecida pelo risco de câncer colorretal e de endométrio, também pode aumentar o risco de câncer de estômago.
  • Polipose adenomatosa familiar: Essa síndrome causa múltiplos pólipos e também pode se associar a tumores em outras partes do trato digestivo.
  • Síndrome de Peutz-Jeghers: É outra condição hereditária rara ligada a maior risco de diversos cânceres, inclusive gástrico.
  • Síndrome de Li-Fraumeni: Síndrome genética rara que aumenta a predisposição a vários tipos de câncer ao longo da vida.
  • Câncer de mama e ovário hereditário: algumas famílias portadoras de mutações associadas a câncer de mama e ovário, como os genes BRCA1 e BRCA2, podem ter incidência aumentada de câncer do estômago, especialmente em virtude da co-infecção pelo Helicobacter pylori.

Fatores demográficos e não modificáveis

Alguns fatores não podem ser mudados, mas ajudam a identificar grupos de maior risco.

Idade

O câncer de estômago é mais comum em pessoas mais velhas. A American Cancer Society informa que 6 em cada 10 pessoas diagnosticadas têm 65 anos ou mais.

Sexo

Homens são mais afetados do que mulheres. No Brasil, o INCA destaca maior incidência masculina.

Etnia e ancestralidade

Algumas populações têm incidência maior, como grupos do Leste Asiático. Estudos observam que esse risco pode diminuir em gerações que migram para países ocidentais, sugerindo forte influência do ambiente e da alimentação.

Tipo sanguíneo A

O tipo sanguíneo A aparece em alguns estudos como fator associado, mas essa é uma associação menos forte do que as observadas para H. pylori, tabagismo e dieta.

Fatores ambientais e ocupacionais

Algumas exposições do ambiente de trabalho ou do local onde a pessoa vive também entram na lista de possíveis fatores de risco para câncer gástrico.

Exposição a carvão, metal, borracha e compostos industriais

Trabalhadores expostos a poeiras, compostos químicos e certos processos industriais podem ter risco aumentado, embora isso varie conforme intensidade e tempo de exposição.

Agrotóxicos e radiação ionizante

Esses fatores são discutidos em parte da literatura como possíveis associados, mas com menor consistência do que os principais fatores já estabelecidos.

Água com alta concentração de nitrato

O nitrato é um contaminante frequente em aquíferos, como mostra boletim do Instituto Geológico. Em determinadas condições, ele pode participar da formação de compostos potencialmente nocivos no trato digestivo.

Outros fatores associados

Vírus Epstein-Barr

A American Cancer Society informa que o vírus Epstein-Barr (causador, mais comumente, da mononucleose infecciosa e de outros tumores, como câncer de nasofaringe e linfomas) está presente em cerca de 5% a 10% dos casos de câncer de estômago. Isso não significa que o vírus sozinho cause a doença, mas mostra uma associação biológica relevante.

Imunodeficiência

Pessoas com imunidade comprometida podem ter risco maior para alguns tipos de câncer, incluindo alguns tumores gástricos.

Como o câncer de estômago pode se desenvolver ao longo do tempo

Da gastrite crônica ao câncer

Uma das formas mais didáticas de entender os fatores de risco do câncer de estômago é observar como a doença pode surgir lentamente.

Modelo de Correa: gastrite crônica → gastrite atrófica → metaplasia intestinal → displasia → câncer

Esse modelo descreve uma sequência de mudanças na mucosa gástrica. Primeiro ocorre inflamação crônica, muitas vezes ligada ao H. pylori. Depois, podem surgir perda das glândulas normais, substituição por células anormais e alterações cada vez mais importantes até o câncer.

Nem toda pessoa passa por todas essas etapas. Mas esse modelo ajuda a entender por que tratar inflamações e acompanhar lesões pré-cancerosas faz diferença.

Quais fatores têm evidência mais forte?

Fatores com associação mais consistente

A tabela abaixo resume o que a evidência mostra de forma geral:

Nível de evidênciaFatores
ForteH. pylori, tabagismo, dieta rica em sal e alimentos conservados, além de alterações hereditárias.
Moderadaobesidade, histórico familiar, gastrite atrófica, metaplasia intestinal, anemia perniciosa, pólipos adenomatosos
Limitada ou menos consistenteálcool isoladamente, tipo sanguíneo A, algumas exposições ambientais e ocupacionais

Fatores com evidência limitada ou controversa

É importante diferenciar associação de causa direta. Alguns fatores aparecem em estudos, mas com resultados variáveis. Isso vale especialmente para álcool isolado, tipo sanguíneo A e certas exposições ambientais.

Como reduzir o risco de câncer de estômago

Tratar H. pylori

Quando houver indicação médica, investigar e tratar a bactéria pode ser uma das medidas mais importantes. Em alguns casos, o médico também pede exame para confirmar se a erradicação funcionou.

Parar de fumar

Parar de fumar reduz o risco não só de câncer gástrico, mas de vários outros cânceres e doenças cardiovasculares.

Reduzir álcool

Evitar consumo excessivo é uma medida prudente, especialmente para quem já tem outros fatores de risco.

Melhorar a alimentação

Algumas mudanças práticas ajudam:

  • reduzir embutidos e carnes processadas
  • diminuir o sal
  • evitar excesso de alimentos defumados e conservados
  • aumentar frutas, legumes e verduras
  • priorizar alimentos frescos

Controlar peso corporal

Manter peso adequado ajuda especialmente na redução do risco de câncer da cárdia.

Acompanhar condições gástricas prévias e histórico familiar

Quem tem gastrite atrófica, metaplasia intestinal, anemia perniciosa, pólipos adenomatosos ou histórico familiar importante deve conversar com o médico sobre acompanhamento.

Quem deve conversar com um médico sobre risco aumentado?

Pessoas com sintomas persistentes

Embora o foco aqui sejam os fatores de risco, vale lembrar que sintomas persistentes merecem avaliação. Entre eles estão dor ou queimação no estômago, perda de peso sem explicação, náuseas frequentes, vômitos, anemia e sensação de estômago cheio rapidamente.

Pessoas com histórico familiar importante

Se há vários casos na família ou diagnóstico em idade jovem, pode ser necessário investigar risco hereditário e, em alguns casos, avaliação genética.

Pessoas com gastrite atrófica, anemia perniciosa ou pólipos

Essas condições aumentam a necessidade de seguimento. Dependendo do caso, a endoscopia pode ser indicada para avaliação mais detalhada.

FAQ sobre fatores de risco do câncer de estômago

Quais são os principais fatores de risco do câncer de estômago?

Os principais são infecção por H. pylori, tabagismo, dieta rica em sal e alimentos conservados, histórico familiar e algumas lesões pré-cancerosas do estômago. Obesidade também é importante, especialmente para câncer da cárdia.

H. pylori causa câncer de estômago?

A bactéria aumenta o risco, mas não significa que toda pessoa infectada terá câncer. O risco depende de outros fatores, do tempo de inflamação e da presença de alterações na mucosa gástrica.

Fumar aumenta o risco de câncer gástrico?

Sim. O tabagismo é um dos fatores de risco do câncer de estômago mais bem estabelecidos e pode quase dobrar o risco em comparação com não fumantes.

Álcool aumenta o risco de câncer de estômago?

Pode aumentar, principalmente em consumo elevado. Porém, a relação é menos consistente do que a observada com H. pylori, tabagismo e dieta.

Quais alimentos aumentam o risco de câncer de estômago?

Alimentos muito salgados, defumados, embutidos, conservados e carnes processadas são os mais associados. Já frutas, verduras e alimentos frescos parecem proteger.

Obesidade pode causar câncer de estômago?

A obesidade está mais ligada ao câncer da cárdia, região superior do estômago. Ela não explica todos os casos, mas é um fator relevante.

Gastrite pode virar câncer?

A gastrite comum não significa câncer. Mas gastrite crônica, gastrite atrófica e metaplasia intestinal podem fazer parte de uma sequência de alterações que aumenta o risco.

Pólipo no estômago é perigoso?

Depende do tipo. Alguns pólipos são benignos, mas os adenomas gástricos têm maior potencial de transformação e precisam de avaliação médica adequada.

Quem tem histórico familiar de câncer de estômago deve fazer acompanhamento?

Sim, principalmente se houver vários casos na família ou diagnóstico precoce. O médico pode orientar a necessidade de endoscopia, seguimento mais próximo ou avaliação genética.

Como reduzir os fatores de risco do câncer de estômago?

As medidas principais são tratar H. pylori quando indicado, parar de fumar, reduzir álcool, melhorar a alimentação, controlar o peso e acompanhar doenças gástricas prévias. Essas ações não eliminam totalmente o risco, mas podem reduzi-lo de forma importante.

Foto de Dr. Antonio Carlos Buzaid

Dr. Antonio Carlos Buzaid

Destacado oncologista clínico, graduado pela Universidade de São Paulo, com experiência internacional nos EUA, onde foi diretor de centros especializados em melanoma e câncer de pulmão, além de professor na Universidade de Yale. No Brasil, foi membro do comitê gestor do Centro de Oncologia do Einstein e dirigiu centros de oncologia nos hospitais Sírio Libanês e BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente é Diretor Médico Geral do Centro de Oncologia dos Hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis. CRM 45.405

Foto de Dr. Fernando Cotait Maluf

Dr. Fernando Cotait Maluf

Renomado oncologista clínico, graduado pela Santa Casa de São Paulo, com doutorado em Urologia pela FMUSP. Ele foi chefe do Programa de Residência Médica em Oncologia Clínica do Hospital Sírio Libanês e atualmente é diretor associado do Centro de Oncologia do hospital BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, além de membro do Comitê Gestor do Hospital Israelita Albert Einstein e professor livre-docente na Santa Casa de São Paulo. CRM: 81.930

Publicação: 16/04/2025 | Atualização: 11/04/2026

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