Radiações

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Tratamento de câncer pode estar na pesquisa clínica.

Sumário

Radiações como fator de risco do câncer é um tema que gera muitas dúvidas, porque envolve desde exames de imagem comuns até acidentes radiológicos, exposição ocupacional e radiação solar. A relação existe, mas ela não é igual em todas as situações: o risco real depende do tipo de radiação, da dose, da frequência, da idade da pessoa e do contexto da exposição. Segundo o INCA, a radiação ionizante pode danificar o DNA e aumentar o risco de câncer.

Ao longo deste artigo, você vai entender a diferença entre radiação ionizante e não ionizante, como a radiação pode provocar mutações celulares, quais exames médicos mais expõem, quem são os grupos mais vulneráveis e como reduzir os riscos sem cair em alarmismo. A ideia é separar medo de fato, perigo de risco e informação confiável de mito.

Pontos importantes

  • A radiação ionizante é a mais relacionada ao câncer porque pode causar danos ao DNA das células.
  • O risco não depende apenas da presença da radiação, mas de dose, intensidade, duração e exposição acumulada.
  • Exames como raio-X e tomografia podem expor à radiação, mas, quando bem indicados, o benefício costuma superar o risco.
  • Crianças, gestantes e trabalhadores expostos merecem atenção especial por maior vulnerabilidade ou exposição repetida.
  • Há formas concretas de proteção, como justificação do exame, otimização da dose, uso de dosímetro e alternativas sem radiação, como ultrassom e ressonância.

Radiações como fator de risco do câncer

O que é radiação

Radiação é uma forma de energia que se propaga pelo espaço ou pela matéria. Ela pode estar presente na natureza, em equipamentos médicos, em processos industriais e até na luz do sol.

Nem toda radiação tem o mesmo potencial de causar dano biológico. Por isso, quando falamos em radiações como fator de risco do câncer, o primeiro passo é entender que existem tipos diferentes de radiação, com efeitos diferentes no corpo.

Quando a radiação pode representar risco à saúde

A radiação representa risco quando consegue interagir com os tecidos do corpo de maneira capaz de lesar células e material genético. Isso é especialmente importante nas exposições repetidas, nas doses mais altas e em pessoas mais sensíveis, como crianças.

Também é importante distinguir perigo de risco. A radiação ionizante é um perigo porque tem potencial de causar dano. Já o risco real depende de quanto, com que frequência e em que situação a pessoa foi exposta.

Como a radiação pode causar câncer

O câncer não surge imediatamente após a exposição. Em geral, existe um período de latência que pode durar anos. O processo começa quando a radiação provoca alterações nas células que escapam dos mecanismos naturais de reparo do organismo.

Danos ao DNA e mutações celulares

A radiação ionizante pode atingir diretamente o DNA ou gerar radicais livres que lesionam estruturas celulares. Se o dano não for reparado corretamente, podem surgir mutações.

Essas mutações podem afetar genes que controlam o crescimento celular. Com o tempo, uma célula alterada pode se multiplicar de forma desordenada e dar origem a um tumor.

Dose, intensidade, duração e exposição acumulada

O risco de câncer por radiação não é igual em toda exposição. Ele tende a aumentar com doses maiores, exposições repetidas e acúmulo ao longo da vida.

Segundo uma revisão disponível no NCBI, há evidências epidemiológicas mais diretas de aumento de risco em exposições prolongadas com maior dose e em exposições agudas relevantes. Isso não significa que doses menores sejam “seguras” em qualquer contexto, mas sim que o risco nelas é mais difícil de medir diretamente e depende do modelo de avaliação utilizado.

Diferença entre radiação ionizante e não ionizante

O que é radiação ionizante

A radiação ionizante tem energia suficiente para remover elétrons dos átomos, formando íons. Esse processo pode danificar moléculas biológicas, inclusive o DNA.

É esse grupo que está mais claramente associado ao câncer em estudos científicos e em órgãos como o INCA.

Exemplos: raios X, raios gama, partículas alfa, beta e nêutrons

Entre os principais exemplos de radiação ionizante estão:

  • raios X
  • raios gama
  • partículas alfa
  • partículas beta
  • nêutrons

Essas radiações podem estar presentes em exames médicos, medicina nuclear, radioterapia, ambiente ocupacional específico e acidentes radiológicos.

O que é radiação não ionizante

A radiação não ionizante não tem energia suficiente para ionizar átomos da mesma forma. Nessa categoria entram radiofrequência, micro-ondas, infravermelho, luz visível e parte da radiação ultravioleta.

A associação com câncer é diferente e mais complexa. Em geral, ela não causa o mesmo tipo de dano direto ao DNA observado na radiação ionizante.

Exemplos e limites da associação com câncer

Celulares e redes sem fio entram no debate sobre radiação não ionizante, mas não têm o mesmo nível de evidência estabelecida da radiação ionizante para câncer. Já a radiação ultravioleta do sol merece destaque porque está claramente relacionada ao câncer de pele.

No Brasil, a exposição solar é um tema relevante. Dados citados pela Revista Visão Hospitalar mostram cenário de índice ultravioleta muito alto ou extremo em diversas capitais, o que reforça a importância da proteção solar, especialmente para trabalhadores expostos ao ar livre.

Qual tipo de radiação está mais relacionado ao câncer

Quando o assunto é radiações como fator de risco do câncer, a principal preocupação é a radiação ionizante. Ela é a mais bem estabelecida como fator de risco para vários tumores, como leucemias, câncer de tireoide, mama, pulmão e pele, dependendo do contexto de exposição.

Principais fontes de exposição à radiação

Fontes naturais e ambientais

Todos nós vivemos expostos a pequenas quantidades de radiação natural. Isso inclui radiação cósmica, solo, rochas e gás radônio em algumas regiões.

Radiação de fundo

A chamada radiação de fundo faz parte da vida cotidiana. De acordo com o RadiologyInfo, a exposição média anual à radiação de fundo nos EUA é de cerca de 3 mSv.

Altitude e voos

Pessoas que voam com frequência ou vivem em grandes altitudes podem receber doses um pouco maiores. Um voo transcontinental nos EUA pode expor a cerca de 0,01 a 0,03 mSv, segundo o RadiologyInfo.

Fontes médicas

A exposição médica é uma das formas mais comuns de contato com radiação ionizante hoje. Isso inclui exames diagnósticos e tratamentos.

Radiografia

A radiografia usa raios X e costuma envolver doses baixas. Uma radiografia de tórax PA, por exemplo, gira em torno de 0,02 mSv, segundo dados publicados no PubMed.

Tomografia computadorizada

A tomografia também usa raios X, mas em dose maior que o raio-X convencional. Por isso, é um dos principais focos da discussão sobre radiações como fator de risco do câncer em contexto médico.

Mamografia

A mamografia utiliza baixa dose de radiação e tem papel importante no rastreamento do câncer de mama. O impacto desse exame no diagnóstico precoce e na consequente redução da mortalidade por câncer de mama supera amplamente os eventuais riscos muito baixos associados a essa exposição de baixa intensidade. A dose média da mamografia digital de rastreamento é de cerca de 0,21 mSv, segundo o PubMed.

Medicina nuclear e PET-CT

Na medicina nuclear, o paciente recebe substâncias radioativas em quantidades controladas. Um PET sem TC de corpo inteiro pode chegar a cerca de 7 mSv, conforme o RadiologyInfo e dados compilados no PubMed.

Radioterapia e iodoterapia

Aqui a radiação é usada com objetivo terapêutico, não diagnóstico. O benefício esperado é tratar ou controlar um câncer ou uma doença específica, o que em geral compensa possíveis efeitos colaterais e riscos tardios.

Exposição ocupacional

Profissionais da radiologia, medicina intervencionista, radioterapia e área nuclear podem ter exposição repetida ao longo dos anos. Por isso, a proteção radiológica é essencial.

Radiologia, radioterapia e área nuclear

Historicamente, radiologistas tiveram risco muito maior no passado, quando a proteção era precária. Hoje, esse cenário mudou bastante graças a protocolos, equipamentos melhores e monitoramento.

Fluoroscopia e radioscopia em procedimentos intervencionistas

Profissionais que atuam com fluoroscopia, como hemodinamicistas, ortopedistas, cirurgiões vasculares, urologistas e endoscopistas, podem ter exposição relevante se não houver proteção adequada.

Acidentes radiológicos e nucleares

Acidentes são situações de alta exposição e ajudam a entender a relação dose-resposta entre radiação e câncer. Casos como Chernobyl, Fukushima e o acidente com Césio-137 em Goiânia são referências históricas nessa discussão.

O risco de câncer depende da dose

O que significam Gy, mGy, Sv e mSv

Gy, ou gray, mede a dose absorvida pelo tecido. Sv, ou sievert, considera também o efeito biológico da radiação sobre o organismo.

Na prática clínica e em exames, é comum falar em mGy e mSv, que são milésimos dessas unidades. Para o paciente, o mais útil costuma ser entender o mSv como medida de comparação do impacto biológico da exposição.

Dose absorvida, dose equivalente e dose efetiva

A dose absorvida mostra quanta energia foi depositada no tecido. A dose equivalente ajusta isso conforme o tipo de radiação. A dose efetiva estima o risco global levando em conta a sensibilidade dos diferentes órgãos.

Esses conceitos ajudam a comparar exames e entender por que a mesma quantidade física de radiação não gera o mesmo efeito em todas as partes do corpo.

Exposição aguda x exposição crônica

Exposição aguda ocorre em curto período, como em um acidente ou em um exame isolado. Exposição crônica acontece em doses repetidas ao longo do tempo, como no trabalho.

Ambas podem importar. Em baixas doses crônicas, ainda existem incertezas científicas em alguns cenários, mas a lógica da proteção é sempre reduzir o desnecessário.

Risco cumulativo ao longo da vida

Um exame isolado raramente é o principal problema. O que mais preocupa é a soma de exposições repetidas, especialmente quando poderiam ter sido evitadas ou substituídas.

Por isso, guardar exames anteriores e evitar repetição desnecessária são atitudes simples e úteis.

Exames de imagem causam câncer?

O risco real em radiografias e tomografias

Essa é uma das dúvidas mais comuns sobre radiações como fator de risco do câncer. A resposta curta é: podem aumentar um pouco o risco, mas esse risco costuma ser baixo em exames isolados e bem indicados.

O problema é maior quando há uso excessivo, repetição sem necessidade ou realização em pessoas mais sensíveis.

Quando o benefício do exame supera o risco

Se uma tomografia pode diagnosticar apendicite, AVC, embolia pulmonar, trauma interno ou acompanhar um câncer, o benefício costuma superar com folga o risco potencial da radiação. O mesmo vale para muitos outros exames.

O erro não é fazer o exame necessário. O erro é fazer exame sem indicação adequada ou repetir sem critério.

Quais exames expõem mais à radiação

Em geral, tomografias e procedimentos intervencionistas expõem mais do que radiografias simples.

Exames sem radiação ionizante como alternativa

Sempre que clinicamente apropriado, o médico vai considerar métodos que não usam radiação ionizante.

Ultrassonografia

O ultrassom não usa radiação ionizante. É muito útil em diversas situações, como avaliação abdominal, pélvica, obstétrica e de partes moles.

Ressonância magnética

A ressonância magnética também não usa radiação ionizante. Ela utiliza campo magnético e ondas de rádio, sendo uma alternativa importante em muitas doenças neurológicas, musculoesqueléticas e abdominais.

Grupos mais vulneráveis aos efeitos da radiação

Crianças e adolescentes

Crianças têm tecidos em desenvolvimento e maior expectativa de vida futura, o que aumenta a chance de efeitos tardios aparecerem. Por isso, a mesma dose pode representar um risco proporcionalmente maior.

Gestantes e exposição fetal

A gestação exige análise individualizada. Nem todo exame é proibido, mas a indicação precisa ser bem avaliada e a equipe deve ser informada sobre gravidez confirmada ou suspeita.

Períodos de maior sensibilidade na gestação

O período de maior vulnerabilidade fetal à radiação está no primeiro trimestre da gestação, segundo documento do ACR.

Exames que exigem avaliação especial

Tomografias e exames que envolvem pelve e abdome costumam exigir atenção maior. Em alguns contextos, a blindagem pélvica rotineira já não é recomendada, segundo o ACR, mas a decisão deve ser avaliada caso a caso.

Mulheres jovens e tecidos mais radiossensíveis

Mama e tireoide são tecidos frequentemente citados quando se discute radiossensibilidade. Mulheres expostas à radiação torácica em idade jovem, por exemplo em tratamentos prévios, podem apresentar risco aumentado de câncer de mama.

Trabalhadores expostos ocupacionalmente

Profissionais expostos precisam de treinamento, barreiras físicas adequadas, protocolos e dosímetro. O risco atual é muito menor do que no passado, mas não é zero.

Radiação ocupacional e risco de câncer

O que mostram os estudos com radiologistas

Dados históricos mostram que radiologistas antigos tiveram mais câncer do que médicos não expostos. Em 1921, a incidência de malignidades em radiologistas era 75% maior, segundo revisão da RBMT.

Como o risco mudou ao longo do tempo

A boa notícia é que houve uma enorme melhora. A dose ocupacional anual caiu cerca de 2.000 vezes, de 1.000 mSv por ano até 1930 para aproximadamente 0,5 mSv por ano atualmente, de acordo com a RBMT.

Profissionais hoje mais expostos

Hoje, o maior risco ocupacional nem sempre está com o radiologista clássico, mas com quem trabalha próximo ao feixe ou à radiação espalhada em procedimentos.

Hemodinamicistas

Hemodinamicistas podem receber até 20 mSv por ano em alguns contextos, segundo a RBMT.

Ortopedistas

Ortopedistas que usam fluoroscopia em centro cirúrgico também precisam de atenção rigorosa à proteção radiológica.

Cirurgiões vasculares, urologistas e endoscopistas

Essas especialidades também podem ter exposição relevante, especialmente quando há grande volume de procedimentos guiados por imagem.

Importância do dosímetro e dos equipamentos de proteção

O dosímetro permite monitorar a exposição acumulada. Aventais plumbíferos, protetores de tireoide, óculos, barreiras e biombos específicos reduzem muito a dose recebida.

O uso de screen ou biombo pode reduzir a irradiação da equipe em cerca de 10 vezes, segundo a RBMT.

Como reduzir os riscos da exposição à radiação

Justificação do exame

Todo exame com radiação deve ter uma pergunta clínica clara. Se o resultado não vai mudar a conduta, talvez ele não deva ser feito.

Otimização da dose

Quando o exame é necessário, a meta é usar a menor dose possível para obter imagem suficiente. Esse princípio é conhecido como ALARA, sigla em inglês para “tão baixo quanto razoavelmente possível”.

Iniciativas como Image Gently e Image Wisely ajudam a promover redução de dose em crianças e adultos.

Proteção radiológica no trabalho

No ambiente ocupacional, é fundamental:

  • usar EPI radiológico corretamente
  • manter distância da fonte quando possível
  • reduzir tempo de exposição
  • utilizar barreiras e biombos específicos
  • monitorar dose com dosímetro
  • seguir protocolos de segurança

Acompanhamento médico em grupos expostos

Pessoas com histórico de exposição relevante, especialmente na infância, em acidentes ou no trabalho, podem precisar de seguimento individualizado. Isso vale ainda mais para órgãos radiossensíveis, como a tireoide.

Cuidados em crianças e gestantes

Algumas medidas práticas ajudam muito:

  • informar sempre se há gravidez ou suspeita
  • levar exames anteriores
  • perguntar se ultrassom ou ressonância podem substituir
  • evitar repetir exames em serviços diferentes sem necessidade
  • preferir protocolos pediátricos em crianças

Mitos e verdades sobre radiação e câncer

Toda radiação causa câncer?

Não. A associação mais estabelecida é com radiação ionizante e com radiação ultravioleta solar em contexto de câncer de pele. O risco também depende da dose e da situação.

Um raio-X isolado é perigoso?

Na maioria das vezes, não representa um risco relevante isoladamente. O foco deve estar em evitar exames desnecessários e repetidos.

Tomografia aumenta o risco?

Sim, pode aumentar um pouco quando são realizados exames cumulativos ao longo da vida, porque usa dose maior que o raio-X. Mas isso não significa que deva ser evitada quando é o melhor exame para responder uma dúvida clínica importante.

Celular entra nessa discussão?

Entra, mas de forma diferente. Celular emite radiação não ionizante, e os estudos ainda não são definitivos para confirmar ou excluir o seu risco.

Blindagem com chumbo ainda é sempre indicada?

Não necessariamente. Em alguns contextos, a blindagem rotineira deixou de ser recomendada porque pode não trazer o benefício esperado e até interferir no exame, como apontam documentos técnicos do ACR.

Perguntas frequentes sobre radiação e câncer

Radiações como fator de risco do câncer significam que qualquer exame pode causar tumor?

Não. O risco existe principalmente com radiação ionizante, mas varia conforme dose, frequência e necessidade clínica. Um exame bem indicado costuma trazer mais benefício do que risco.

Radiação ionizante é mais perigosa que radiação não ionizante?

Em relação ao câncer, sim. A radiação ionizante tem capacidade de danificar o DNA de forma mais direta e está mais claramente associada ao desenvolvimento de tumores.

Tomografia causa câncer?

A tomografia pode aumentar discretamente o risco, especialmente se repetida muitas vezes ou feita em crianças. Ainda assim, quando bem indicada, ela pode ser essencial para diagnóstico e tratamento.

Raio-X causa câncer?

Um raio-X simples usa dose baixa e, isoladamente, costuma representar um risco muito pequeno. A preocupação maior está na exposição acumulada sem necessidade.

Exames de imagem e câncer têm relação mesmo com doses baixas?

Podem ter, mas em doses baixas o risco individual costuma ser muito pequeno e difícil de medir diretamente. O cuidado está em evitar excesso e sempre justificar o exame.

Crianças são mais vulneráveis à radiação?

Sim. Crianças têm maior radiossensibilidade e mais tempo de vida para que efeitos tardios possam aparecer, por isso precisam de protocolos específicos de baixa dose.

Gestante pode fazer raio-X?

Pode em algumas situações, se houver indicação médica. O ideal é informar a gravidez ou suspeita antes do exame para avaliar riscos, alternativas e necessidade real.

Ressonância magnética tem radiação?

Não. A ressonância magnética não usa radiação ionizante, por isso muitas vezes é uma alternativa útil quando clinicamente adequada.

Ultrassom tem radiação?

Não no sentido de radiação ionizante. O ultrassom usa ondas sonoras e é amplamente utilizado justamente por não expor o paciente a esse tipo de radiação.

Como reduzir a exposição à radiação no dia a dia e em exames?

Evite exames repetidos sem necessidade, guarde seu histórico, leve imagens anteriores, informe gravidez e pergunte sobre alternativas como ultrassom ou ressonância. No trabalho, use proteção adequada e monitore a dose com dosímetro.

Foto de Dr. Antonio Carlos Buzaid

Dr. Antonio Carlos Buzaid

Destacado oncologista clínico, graduado pela Universidade de São Paulo, com experiência internacional nos EUA, onde foi diretor de centros especializados em melanoma e câncer de pulmão, além de professor na Universidade de Yale. No Brasil, foi membro do comitê gestor do Centro de Oncologia do Einstein e dirigiu centros de oncologia nos hospitais Sírio Libanês e BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente é Diretor Médico Geral do Centro de Oncologia dos Hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis. CRM 45.405

Foto de Dr. Fernando Cotait Maluf

Dr. Fernando Cotait Maluf

Renomado oncologista clínico, graduado pela Santa Casa de São Paulo, com doutorado em Urologia pela FMUSP. Ele foi chefe do Programa de Residência Médica em Oncologia Clínica do Hospital Sírio Libanês e atualmente é diretor associado do Centro de Oncologia do hospital BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, além de membro do Comitê Gestor do Hospital Israelita Albert Einstein e professor livre-docente na Santa Casa de São Paulo. CRM: 81.930

Publicação: 14/04/2025 | Atualização: 14/07/2026

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