Fatores de Risco da Leucemia Mieloide Aguda

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Tratamento de câncer pode estar na pesquisa clínica.

Sumário

Os fatores de risco da leucemia mieloide aguda incluem principalmente idade avançada, tabagismo, exposição ao benzeno, radiação ionizante, quimioterapia prévia, algumas doenças hematológicas e síndromes genéticas específicas. Isso não significa que quem tem um desses fatores terá a doença, nem que a ausência deles elimina o risco.

A leucemia mieloide aguda pode surgir sem uma causa identificável, porque muitos casos estão ligados a mutações adquiridas ao longo da vida. Neste guia, você vai entender quais fatores têm evidência forte, quais são apenas associações e quando vale procurar um hematologista.

Os fatores de risco da leucemia mieloide aguda ajudam a identificar quem pode ter maior chance de desenvolver a doença, mas não funcionam como uma sentença. A leucemia mieloide aguda (LMA) é mais comum em pessoas mais velhas, e materiais de referência como a American Cancer Society, reproduzida pelo Oncoguia e o MSD Manuals apontam idade, tabagismo, benzeno, quimio e radioterapia prévias entre os principais fatores. No Brasil, entre 2018 e 2022, houve 45.304 internações por LMA no SUS, o que mostra o peso clínico da doença.

Ao longo do artigo, você verá o que é comprovado, o que ainda é controverso e como interpretar risco sem alarmismo.

Pontos importantes

  • Idade avançada é um dos fatores de risco da leucemia mieloide aguda mais consistentes, e a LMA é mais frequente em adultos mais velhos.
  • Tabagismo é o fator de estilo de vida com evidência mais sólida para aumento de risco de LMA.
  • Exposição ao benzeno, inclusive ocupacional, é um fator reconhecido em fontes médicas de referência.
  • Quimioterapia prévia, radioterapia prévia e algumas doenças do sangue podem levar à chamada leucemia secundária.
  • Muitas pessoas com LMA não têm fator de risco conhecido, e ter risco aumentado não significa que a doença vai acontecer.

O que são fatores de risco da leucemia mieloide aguda?

Fatores de risco da leucemia mieloide aguda são condições, exposições ou características que aumentam a chance de uma pessoa desenvolver LMA. Eles podem ser modificáveis, como fumar, ou não modificáveis, como idade e algumas síndromes genéticas.

O que é leucemia mieloide aguda (LMA)?

A leucemia mieloide aguda é um câncer do sangue e da medula óssea que começa em células da linhagem mieloide e costuma evoluir rapidamente. Na prática, a medula passa a produzir células anormais que não amadurecem corretamente e atrapalham a produção normal de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.

Por isso, a doença pode causar anemia, infecções e sangramentos. Se você quiser entender o quadro completo de forma mais ampla, vale consultar também o conteúdo do MSD Manuals sobre LMA.

O que significa “fator de risco”?

Fator de risco é qualquer elemento associado a maior probabilidade de uma doença acontecer. Isso inclui exposições ambientais, tratamentos prévios, doenças anteriores, características biológicas e alterações genéticas herdadas.

Em câncer, fator de risco não é o mesmo que causa única. Na LMA, o mais comum é haver um conjunto de alterações genéticas adquiridas ao longo da vida, e nem sempre é possível identificar exatamente por que elas surgiram.

Ter um fator de risco significa que a pessoa vai desenvolver LMA?

Não, ter um fator de risco não significa que a pessoa vai desenvolver LMA. Significa apenas que a probabilidade é maior do que em alguém sem aquele fator.

O inverso também é verdadeiro. Muitas pessoas diagnosticadas com LMA não apresentam nenhum fator de risco conhecido, como destaca a American Cancer Society. Isso é importante para evitar culpa, medo excessivo e interpretações erradas.

Qual a diferença entre causa, fator de risco e predisposição genética?

Causa é o mecanismo direto que leva ao aparecimento da doença, mas em LMA isso raramente é identificável de forma isolada. Fator de risco é algo que aumenta a chance de a doença ocorrer. Predisposição genética é uma condição herdada que torna o organismo mais vulnerável a desenvolver certos cânceres.

Essa diferença importa porque nem toda predisposição genética leva à doença, e nem todo fator de risco atua sozinho. Em muitos casos, a LMA resulta de mutações adquiridas, não herdadas.

Quais são os principais fatores de risco da LMA?

Os principais fatores de risco da LMA com melhor sustentação científica são idade avançada, tabagismo, exposição ao benzeno, radiação ionizante, quimioterapia prévia, doenças hematológicas prévias, síndromes genéticas e histórico familiar. Alguns fatores são comprovados; outros são associações com peso menor.

Tabela: fatores de risco da leucemia mieloide aguda por nível de evidência

FatorNível de evidênciaPode ser modificado?Fonte
Idade avançadaForteNãoOncoguia/ACS
TabagismoForteSimOncoguia/ACS
Exposição ao benzenoForteEm parteOncoguia/ACS
Radiação ionizanteForteEm parteOncoguia/ACS
Quimioterapia préviaForteNão, quando já ocorreuOncoguia/ACS
Doenças hematológicas préviasForteNão totalmenteOncoguia/ACS
Síndromes genéticasForteNãoOncoguia/ACS
Sexo masculinoEpidemiológicoNãoMSD Manuals
Pesticidas e solventesAssociação variávelEm parteVencer o Câncer
Tintura de cabelo, campos eletromagnéticosIncertoSim/variávelOncoguia/ACS

Idade avançada

Idade avançada é um dos fatores de risco da leucemia mieloide aguda mais importantes. A LMA pode acontecer em qualquer idade, mas é mais frequente em adultos mais velhos, especialmente acima dos 60 anos, segundo o MSD Manuals e a American Cancer Society.

Isso ocorre porque, com o envelhecimento, as células da medula óssea acumulam mais mutações adquiridas. Esse processo é biológico e não depende de um único comportamento ou exposição.

Sexo masculino

Sexo masculino aparece em algumas referências como fator epidemiológico associado a incidência um pouco maior de LMA. Isso não quer dizer que homens estejam desprotegidos ou que mulheres tenham risco irrelevante.

É um fator descritivo, não uma causa direta. Na prática, ele tem menos peso clínico do que idade, tabagismo, benzeno ou doenças hematológicas prévias.

Tabagismo

Tabagismo é um dos fatores de risco da leucemia mieloide aguda mais bem estabelecidos e é apontado como o principal fator de estilo de vida comprovado. A relação existe porque a fumaça do cigarro contém benzeno e várias outras substâncias cancerígenas, como resume o Oncoguia com base na ACS.

Parar de fumar reduz a exposição contínua a agentes tóxicos. Isso não elimina totalmente o risco, mas é uma das medidas práticas mais importantes de prevenção.

Exposição ao benzeno e a outros agentes químicos

Exposição ao benzeno é um fator de risco reconhecido para LMA, sobretudo em contextos ocupacionais e industriais. O benzeno pode estar presente em combustíveis, processos industriais e também na fumaça do cigarro.

Benzeno

Benzeno é um solvente químico associado de forma consistente ao aumento do risco de leucemia mieloide aguda. Fontes como a American Cancer Society o citam como fator clássico.

A exposição costuma ser mais relevante em ambientes de trabalho sem proteção adequada. Profissionais de indústrias químicas, refinarias, postos de combustíveis e atividades com solventes podem ter risco maior, dependendo da intensidade e duração da exposição.

Pesticidas, agrotóxicos, diesel e gasolina

Pesticidas, agrotóxicos, diesel e gasolina aparecem em estudos observacionais como exposições de interesse, mas o peso da evidência varia conforme o agente, a dose e o contexto ocupacional. O Vencer o Câncer cita esses fatores com cautela.

O ponto central é não colocar todas as substâncias no mesmo nível. Benzeno tem associação mais consolidada do que várias outras exposições químicas discutidas na literatura.

O que já é comprovado e o que ainda é controverso

O que já é comprovado com mais segurança é a associação entre LMA e benzeno, tabagismo, radiação ionizante, quimioterapia prévia e algumas doenças hematológicas e síndromes genéticas. Já outras exposições químicas podem aparecer como associação, mas nem sempre com o mesmo grau de certeza.

Interpretar isso corretamente evita dois erros comuns: ignorar riscos reais e entrar em alarmismo com fatores ainda não comprovados.

Exposição à radiação ionizante

Exposição à radiação ionizante aumenta o risco de LMA quando ocorre em doses altas ou em contextos específicos. Esse vínculo foi observado em sobreviventes de exposições intensas e também em pacientes tratados com radioterapia, segundo a American Cancer Society.

Altas doses de radiação

Altas doses de radiação ionizante são associadas a maior risco de leucemia. O exemplo clássico vem de sobreviventes de bombas atômicas e acidentes nucleares analisados em estudos históricos.

Esse não é o mesmo cenário de exames médicos comuns. Radiografias e tomografias esporádicas não devem ser interpretadas como equivalentes a exposições intensas.

Radioterapia prévia

Radioterapia prévia pode aumentar o risco de LMA secundária, especialmente quando combinada a certos quimioterápicos. O risco absoluto continua baixo para a maioria dos pacientes, mas ele existe e precisa ser conhecido.

Isso não significa que a radioterapia “não deveria ser feita”. Em oncologia, o benefício do tratamento costuma superar amplamente esse risco futuro, que é relativamente incomum.

Quimioterapia prévia e leucemia secundária ao tratamento

Quimioterapia prévia é um fator de risco importante para LMA relacionada ao tratamento, também chamada de leucemia secundária. Esse risco é reconhecido em pacientes tratados por outros cânceres ou, em alguns casos, por doenças não oncológicas.

As classes mais citadas pela American Cancer Society incluem:

  • agentes alquilantes
  • compostos de platina
  • inibidores da topoisomerase II

A leucemia secundária não é comum, mas é clinicamente relevante. O risco varia conforme droga, dose, combinação de tratamentos e tempo desde a terapia.

Doenças hematológicas que aumentam o risco

Algumas doenças do sangue aumentam o risco de evolução para LMA porque já envolvem alterações na medula óssea. Esse é um grupo especialmente importante para acompanhamento hematológico.

Síndrome mielodisplásica

Síndrome mielodisplásica é uma das condições mais ligadas à progressão para LMA. Nela, a medula produz células sanguíneas anormais e ineficazes, o que pode evoluir com o tempo.

Policitemia vera, trombocitemia essencial e mielofibrose

Policitemia vera, trombocitemia essencial e mielofibrose fazem parte das doenças mieloproliferativas crônicas que podem, em parte dos casos, evoluir para LMA. O risco não é igual para todos os pacientes, mas existe.

Leucemia mieloide crônica

Leucemia mieloide crônica pode evoluir para fases mais agressivas se não for controlada adequadamente. Em contextos específicos, isso entra no raciocínio de risco para transformação leucêmica.

Síndromes genéticas e hereditárias associadas

Algumas síndromes genéticas aumentam o risco de LMA desde a infância ou ao longo da vida. Isso acontece porque elas afetam mecanismos de reparo do DNA, maturação celular ou estabilidade cromossômica.

As síndromes mais citadas incluem:

  • síndrome de Down
  • anemia de Fanconi
  • neurofibromatose tipo 1
  • síndrome de Bloom
  • síndrome de Shwachman-Diamond
  • ataxia-telangiectasia
  • síndrome de Li-Fraumeni
  • neutropenia congênita grave

A anemia de Fanconi é um exemplo importante de condição hereditária associada a falhas no reparo do DNA e maior risco de alterações hematológicas e leucemia.

Histórico familiar

Histórico familiar pode aumentar o risco de LMA, mas esse efeito costuma ser menor do que muitas pessoas imaginam. Ter um parente com leucemia não significa que a doença será herdada automaticamente.

O risco chama mais atenção quando há múltiplos casos na família, diagnóstico muito precoce ou suspeita de síndrome hereditária. Nessas situações, a avaliação especializada pode ser útil.

Fatores de risco incertos, não comprovados ou em investigação

Nem toda associação observada em estudos significa que algo realmente causa LMA. Alguns fatores continuam em investigação e devem ser interpretados com cautela para evitar conclusões erradas.

Campos eletromagnéticos

Campos eletromagnéticos não têm evidência consistente de causalidade para LMA. Eles aparecem em discussões públicas com frequência, mas não estão entre os fatores clássicos comprovados.

Tintura de cabelo

Tintura de cabelo já foi estudada como possível fator de risco para leucemias, mas os resultados são inconsistentes. No momento, não entra no mesmo patamar de evidência de tabagismo ou benzeno.

Exposição ocupacional a combustíveis e solventes

Exposição ocupacional a combustíveis e solventes merece atenção, principalmente quando envolve benzeno. Fora isso, a interpretação precisa considerar tipo de substância, tempo de exposição, ventilação e uso de equipamentos de proteção.

Como interpretar associações científicas sem cair em alarmismo

A melhor forma de interpretar risco é separar quatro grupos:

1. risco comprovado
2. risco associado com boa evidência
3. risco possível ou em investigação
4. ausência de prova de causalidade

Esse modelo ajuda a entender que nem todo estudo tem o mesmo peso. Em saúde, a qualidade da evidência importa tanto quanto o resultado.

Quem tem mais chance de desenvolver LMA?

Quem tem mais chance de desenvolver LMA inclui, em geral, pessoas mais velhas, fumantes, indivíduos com exposição importante ao benzeno, pacientes com quimio ou radioterapia prévias, pessoas com doenças hematológicas e portadores de síndromes genéticas específicas.

Perfil mais comum dos pacientes

O perfil mais comum é de adultos mais velhos. Segundo o MSD Manuals, a LMA é predominantemente uma doença do adulto, embora também possa ocorrer em crianças.

No Brasil, a carga assistencial é relevante: entre 2018 e 2022, a LMA gerou 45.304 internações no SUS, com maior concentração em São Paulo (24%), Minas Gerais (11,5%) e Rio Grande do Sul (8%).

A LMA pode acontecer em pessoas sem fatores de risco conhecidos?

Sim, a LMA pode surgir em pessoas sem fatores de risco conhecidos. Isso acontece porque muitas alterações que levam à doença são mutações adquiridas ao longo da vida e não têm uma causa identificável.

Esse ponto é essencial para reduzir culpa e confusão. A ausência de fator de risco conhecido não exclui o diagnóstico, e a presença de um fator de risco não confirma que a doença vai aparecer.

É possível prevenir a leucemia mieloide aguda?

É possível reduzir parte do risco de LMA, mas não prevenir todos os casos. Isso acontece porque alguns fatores são modificáveis, como tabagismo e certas exposições ocupacionais, enquanto outros não podem ser alterados, como idade e síndromes genéticas.

O que pode ser reduzido

As principais medidas práticas são:

  • não fumar
  • reduzir exposição ocupacional a benzeno e solventes
  • seguir normas de proteção no trabalho
  • manter acompanhamento regular se houver doença hematológica prévia
  • discutir histórico familiar ou síndromes hereditárias com especialista

O que não pode ser modificado

Não podem ser modificados:

  • idade
  • sexo
  • síndromes genéticas herdadas
  • tratamentos prévios já realizados
  • parte do histórico biológico individual

Quando vale conversar com um hematologista

Vale procurar um hematologista se a pessoa tem síndrome mielodisplásica, mielofibrose, policitemia vera, trombocitemia essencial, histórico de quimioterapia ou radioterapia, alterações persistentes no hemograma ou forte histórico familiar.

Quando suspeitar e procurar avaliação médica

A suspeita de LMA depende principalmente dos sintomas e dos exames, não apenas dos fatores de risco. Quem tem risco aumentado deve prestar mais atenção a sinais persistentes e alterações laboratoriais.

Sintomas que merecem atenção

Os sintomas que merecem avaliação incluem:

  • cansaço intenso
  • palidez
  • falta de ar
  • febre
  • infecções frequentes
  • manchas roxas
  • sangramentos
  • perda de peso sem explicação

O diagnóstico depende de exames de sangue, avaliação da medula óssea e, em muitos casos, testes como imunofenotipagem.

Pessoas com doenças hematológicas prévias precisam de acompanhamento diferente?

Sim, pessoas com doenças hematológicas prévias precisam de acompanhamento mais atento. Em condições como síndrome mielodisplásica e mielofibrose, o risco de transformação para LMA exige seguimento regular com hematologia.

FAQ sobre fatores de risco da LMA

Fumar aumenta o risco de leucemia mieloide aguda?

Sim. O tabagismo é um dos fatores de risco da leucemia mieloide aguda com evidência mais consistente, em parte pela exposição ao benzeno e a outras substâncias cancerígenas presentes no cigarro.

Benzeno pode causar leucemia mieloide aguda?

Benzeno é um fator de risco reconhecido para LMA. A associação é especialmente relevante em exposições ocupacionais prolongadas ou intensas.

Quimioterapia pode causar LMA secundária?

Sim. Alguns quimioterápicos, como agentes alquilantes, compostos de platina e inibidores da topoisomerase II, podem aumentar o risco de leucemia secundária ao tratamento.

Radioterapia aumenta o risco de LMA?

Sim, pode aumentar, principalmente em certos contextos e combinações terapêuticas. Ainda assim, o benefício do tratamento oncológico geralmente supera esse risco futuro.

Síndrome de Down aumenta o risco de leucemia mieloide aguda?

Sim. A síndrome de Down está entre as síndromes genéticas associadas a maior risco de LMA, especialmente em faixas etárias pediátricas.

Quem tem histórico familiar vai necessariamente desenvolver a doença?

Não. Histórico familiar pode aumentar o risco, mas não determina que a pessoa terá LMA. A maioria dos casos não segue um padrão hereditário simples.

Dá para evitar a leucemia mieloide aguda?

Não dá para evitar todos os casos. Mas é possível reduzir parte do risco ao não fumar e ao limitar exposições ocupacionais nocivas, especialmente ao benzeno.

LMA é hereditária?

Na maioria dos casos, não. A maior parte da LMA está ligada a mutações adquiridas ao longo da vida, embora existam síndromes hereditárias que aumentam a predisposição.

LMA é contagiosa?

Não. A leucemia mieloide aguda não é contagiosa e não passa de uma pessoa para outra por contato, saliva, sangue do convívio ou objetos compartilhados.

Quais doenças podem evoluir para LMA?

As principais são síndrome mielodisplásica, mielofibrose, policitemia vera, trombocitemia essencial e, em alguns contextos, leucemia mieloide crônica.

Referências médicas e científicas

Foto de Dr. Antonio Carlos Buzaid

Dr. Antonio Carlos Buzaid

Destacado oncologista clínico, graduado pela Universidade de São Paulo, com experiência internacional nos EUA, onde foi diretor de centros especializados em melanoma e câncer de pulmão, além de professor na Universidade de Yale. No Brasil, foi membro do comitê gestor do Centro de Oncologia do Einstein e dirigiu centros de oncologia nos hospitais Sírio Libanês e BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente é Diretor Médico Geral do Centro de Oncologia dos Hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis. CRM 45.405

Foto de Dr. Fernando Cotait Maluf

Dr. Fernando Cotait Maluf

Renomado oncologista clínico, graduado pela Santa Casa de São Paulo, com doutorado em Urologia pela FMUSP. Ele foi chefe do Programa de Residência Médica em Oncologia Clínica do Hospital Sírio Libanês e atualmente é diretor associado do Centro de Oncologia do hospital BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, além de membro do Comitê Gestor do Hospital Israelita Albert Einstein e professor livre-docente na Santa Casa de São Paulo. CRM: 81.930

Publicação: 24/04/2025 | Atualização: 14/07/2026

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