O que é leucemia?

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Tratamento de câncer pode estar na pesquisa clínica.

Sumário

Leucemia é um câncer que começa na medula óssea, local onde as células do sangue são produzidas. Na leucemia, células anormais passam a proliferar de forma descontrolada e atrapalham a produção de glóbulos brancos saudáveis, glóbulos vermelhos (hemácias) e plaquetas.

A redução do número dessas células causa cansaço, infecções frequentes, febre, sangramentos e alterações no hemograma. A doença não é contagiosa e não é uma condição única: existem leucemias agudas e crônicas, linfoides e mieloides. Entender o tipo de leucemia é o que define a urgência, os exames necessários e o tratamento mais adequado.

Segundo o INCA, a leucemia está entre os cânceres mais incidentes em crianças e adolescentes no Brasil, e a estimativa para o triênio 2026-2028 é de cerca de 12.220 novos casos por ano.

Neste guia, você vai entender o que é leucemia, como ela surge, quais são os tipos principais, sintomas, exames, possibilidades de tratamento e quando procurar ajuda médica.

Pontos importantes

  • Leucemia é um câncer do sangue e da medula óssea que altera a produção normal de células sanguíneas.
  • Os quatro tipos mais conhecidos são leucemia linfoblástica aguda (LLA), leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia linfocítica crônica (LLC) e leucemia mieloide crônica (LMC).
  • Os sintomas mais comuns incluem fadiga, febre, infecções recorrentes, hematomas, sangramentos e palidez. Mas cada leucemia pode se apresentar de uma forma diferente, umas com mais e outras com menos sintomas.
  • O hemograma pode levantar suspeita, mas o diagnóstico costuma exigir exames como mielograma (punção da medula óssea), imunofenotipagem e testes moleculares.
  • Leucemia tem tratamento, que varia muito de subtipo para subtipo, sendo em muitos casos curável ou controlável, eventualmente até com um simples comprimido tomado diariamente.

O que é leucemia?

Leucemia é um câncer da medula óssea e do sangue que surge quando células-tronco hematopoéticas (as células-mãe da medula óssea) passam a produzir células anormais em excesso. Essas células doentes ocupam espaço na medula óssea e prejudicam a fabricação de células sanguíneas normais.

Na prática, isso significa que o organismo pode produzir menos hemácias, menos plaquetas e menos leucócitos funcionais. O resultado pode incluir anemia, maior risco de infecção e sangramentos.

De acordo com o INCA, a leucemia pode se desenvolver de formas diferentes, com velocidade variável. Por isso, falar apenas “leucemia” não basta: o tipo específico muda o comportamento da doença e a conduta médica.

Leucemia é câncer do sangue?

Sim, leucemia é um tipo de câncer do sangue, mas sua origem principal está na medula óssea. O termo é correto porque a doença envolve células sanguíneas, especialmente glóbulos brancos.

Ainda assim, do ponto de vista médico, a origem na medula óssea é central para entender a doença. É ali que começam as alterações que levam à produção descontrolada de células anormais.

Leucemia é contagiosa?

Não, leucemia não é contagiosa. Ela não passa por contato físico, beijo, tosse, sangue compartilhado no convívio cotidiano, talheres ou proximidade com a pessoa doente.

A leucemia é resultado de alterações biológicas nas células do próprio paciente. Esse é um dos mitos mais comuns e precisa ser corrigido com clareza.

Como a leucemia surge no organismo?

A leucemia surge quando mutações se acumulam em células precursoras do sangue e fazem essas células se multiplicarem sem controle. Essas alterações mudam o ciclo de vida celular, favorecendo proliferação, sobrevivência anormal e eventualmente falha de maturação.

Nas leucemias crônicas, a evolução da doença é muito lenta e as células produzidas são maduras, enquanto que, nas leucemias agudas, a instalação da doença é muito rápida e as células resultantes são muito imaturas.

Fatores genéticos, ambientais e exposições específicas podem participar desse processo, mas nem sempre é possível apontar uma causa exata para um caso individual.

O papel da medula óssea

A medula óssea é o tecido onde o sangue é produzido. Ela abriga células-tronco hematopoéticas, capazes de originar hemácias, plaquetas e diferentes tipos de leucócitos.

Quando uma dessas células sofre mutações relevantes, pode surgir um clone anormal. Esse clone passa a dominar a medula e prejudica a produção saudável.

Quais são os tipos de leucemia?

Os tipos de leucemia são definidos pela velocidade de evolução da doença e pela linhagem celular afetada. A classificação principal usa dois eixos: aguda ou crônica, e linfoide ou mieloide.

Essa divisão é essencial porque muda sintomas, urgência, exames, tratamento e prognóstico. Uma leucemia aguda costuma exigir início rápido de tratamento. Uma leucemia crônica pode, em alguns casos, ser acompanhada por um período antes de tratar.

Diferença entre leucemia aguda e crônica

Leucemia aguda evolui rapidamente; leucemia crônica evolui mais lentamente. Nas formas agudas, as células doentes são muito imaturas e se multiplicam depressa. Nas formas crônicas, as células são mais maduras e a progressão tende a ser mais lenta.

Diferença entre leucemia linfoide e mieloide

Leucemia linfoide afeta células da linhagem linfoide; leucemia mieloide afeta células da linhagem mieloide. A linhagem linfoide dá origem, por exemplo, a linfócitos. A mieloide origina outras células sanguíneas, como granulócitos, monócitos, hemácias e plaquetas.

Os 4 principais tipos

Os quatro principais tipos de leucemia são LLA, LMA, LLC e LMC. Eles correspondem à quase totalidade dos casos de leucemias.

Leucemia linfoide aguda (LLA)

A LLA é uma leucemia aguda da linhagem linfoide e costuma exigir tratamento rápido. Ela é uma das leucemias mais comuns na infância, embora também possa ocorrer em adultos.

Leucemia mieloide aguda (LMA)

A LMA é uma leucemia aguda da linhagem mieloide e geralmente tem início rápido. Pode causar sintomas intensos em pouco tempo e frequentemente requer internação para tratamento inicial.

Leucemia linfoide crônica (LLC)

A LLC é uma leucemia crônica de evolução mais lenta, comum em adultos mais velhos. Em parte dos casos, o diagnóstico acontece após hemograma alterado sem sintomas importantes.

Leucemia mieloide crônica (LMC)

A LMC é uma leucemia crônica ligada, na maioria dos casos, à alteração genética BCR-ABL. O tratamento com inibidores de tirosina quinase mudou o prognóstico dessa doença nas últimas décadas.

Qual tipo de leucemia é mais grave?

O tipo mais grave depende da velocidade da doença, da idade do paciente, das alterações genéticas e da resposta ao tratamento. Em geral, leucemias agudas exigem mais urgência do que leucemias crônicas.

Quais são os sintomas da leucemia?

Os sintomas da leucemia costumam surgir porque a medula óssea deixa de produzir células sanguíneas normais em quantidade suficiente. Os sinais mais comuns incluem cansaço, febre, infecções, sangramentos, palidez, perda de peso e hematomas fáceis.

Nem todo paciente apresenta todos os sintomas. Em leucemias crônicas, a doença pode ser descoberta por acaso em um hemograma de rotina. Em leucemias agudas, a evolução costuma ser mais perceptível e rápida.

Sintomas mais comuns

Os sintomas mais comuns da leucemia são fadiga, febre, palidez, perda de peso, infecções e sangramentos. Também podem ocorrer suor noturno, aumento de linfonodos, dor óssea e sensação de mal-estar persistente.

Lista prática de sinais frequentes:

  • cansaço fora do habitual
  • palidez
  • febre sem causa clara
  • infecções repetidas
  • manchas roxas e sangramentos
  • petéquias
  • perda de peso
  • dor nos ossos ou articulações

Sintomas causados por anemia

Quando a leucemia reduz as hemácias, surgem sintomas de anemia. Os mais comuns são cansaço, fraqueza, tontura, palpitações, falta de ar e palidez.

Sintomas causados por baixa imunidade

Quando os leucócitos normais ficam reduzidos ou não funcionam bem, aumentam as infecções. Febre persistente, infecções recorrentes, aftas frequentes e dificuldade para se recuperar de quadros infecciosos podem ser sinais de alerta.

Sintomas causados por queda de plaquetas

Quando as plaquetas caem, o risco de sangramento aumenta. Isso pode aparecer como sangramento nasal, gengival, menstruação mais intensa, manchas roxas e petéquias.

Sinais de alerta que exigem atendimento rápido

Febre alta, sangramento importante, falta de ar, sonolência excessiva e piora rápida do estado geral exigem avaliação imediata. Em suspeita ou diagnóstico de leucemia, esses sinais podem indicar urgência médica.

Procure pronto atendimento se houver:

  • febre persistente ou alta
  • sangramento que não para
  • falta de ar
  • confusão mental
  • fraqueza intensa
  • manchas roxas em rápida progressão

Leucemia pode não causar sintomas no início?

Sim, leucemia pode não causar sintomas no início, especialmente em algumas leucemias crônicas. Nesses casos, a primeira pista pode ser um hemograma alterado pedido por outro motivo.

O que pode causar leucemia?

A leucemia pode estar associada a fatores de risco conhecidos, mas muitos casos não têm causa identificável. Isso significa que a doença não surge por um único motivo e nem sempre pode ser explicada por hábitos ou histórico familiar.

Entre os fatores mais citados estão exposição a benzeno, radiação ionizante, quimioterapia prévia, tabagismo e algumas síndromes genéticas. Ainda assim, ter um fator de risco não significa que a pessoa necessariamente desenvolverá leucemia.

Fatores de risco conhecidos

Alguns fatores aumentam o risco de leucemia, embora não expliquem todos os casos. Os mais reconhecidos incluem:

  • exposição ocupacional ao benzeno
  • radiação ionizante
  • quimioterapia ou radioterapia prévias
  • tabagismo
  • algumas síndromes genéticas, como síndrome de Down
  • doenças hematológicas prévias, como síndrome mielodisplásica

Leucemia é hereditária?

Na maioria dos casos, leucemia não é hereditária. Ou seja, ela não costuma ser transmitida diretamente de pais para filhos como ocorre em algumas síndromes genéticas específicas.

Existem situações raras em que predisposições familiares ou síndromes hereditárias aumentam o risco. Mas a maior parte dos pacientes com leucemia não tem histórico familiar direto da doença.

Como é feito o diagnóstico da leucemia?

O diagnóstico da leucemia começa com suspeita clínica ou hemograma alterado e é confirmado com exames da medula óssea e testes especializados. O hemograma é importante, mas geralmente não fecha o diagnóstico sozinho.

A confirmação costuma envolver mielograma, biópsia de medula óssea, imunofenotipagem, citogenética e biologia molecular. Esses exames mostram o subtipo exato e ajudam a definir o tratamento.

Na prática, o caminho costuma ser: sintomas ou hemograma alterado, avaliação por hematologista, exame da medula e testes que identificam marcadores genéticos.

Hemograma: o primeiro exame

O hemograma costuma ser o primeiro exame que levanta a suspeita de leucemia. Ele pode mostrar anemia, alteração dos leucócitos, plaquetopenia e, em alguns casos, presença de blastos no sangue periférico.

Veja exemplos de alterações que podem chamar atenção:

  • leucócitos muito altos ou muito baixos
  • hemoglobina baixa
  • plaquetas baixas
  • blastos circulantes
  • combinação de anemia + plaquetopenia + alteração de leucócitos

O hemograma sozinho detecta leucemia?

Não, o hemograma sozinho pode levantar suspeita, mas não costuma confirmar leucemia. Há casos em que o exame vem bastante alterado, mas o diagnóstico definitivo depende de avaliação especializada e exames complementares.

Mielograma e biópsia de medula óssea

O mielograma e a biópsia de medula óssea são exames centrais para confirmar leucemia. Eles analisam diretamente a medula óssea, identificam o excesso de células anormais e ajudam a classificar a doença.

Imunofenotipagem, citogenética e biologia molecular

Esses exames definem com precisão o subtipo da leucemia e orientam o tratamento. A imunofenotipagem identifica proteínas na superfície das células. A citogenética avalia alterações cromossômicas. A biologia molecular detecta mutações e fusões gênicas, como BCR-ABL na LMC.

Leucemia tem cura?

Leucemia tem cura em muitos casos, e em outros pode ser controlada por muitos anos. A resposta depende do tipo de leucemia, da idade, das alterações genéticas, do estágio da doença e da resposta ao tratamento.

Em leucemias agudas, pode haver remissão completa e cura em parte dos pacientes. Em leucemias crônicas, especialmente na LMC, o objetivo muitas vezes é controle prolongado com terapia-alvo. Em alguns casos de LLC, a conduta inicial pode ser apenas observação.

Diferença entre remissão, controle e cura

Remissão significa desaparecimento dos sinais detectáveis da doença; controle significa doença estabilizada; cura é ausência duradoura da doença após tratamento. Esses termos não são sinônimos e têm implicações diferentes.

Como é o tratamento da leucemia?

O tratamento da leucemia varia conforme o subtipo e pode incluir quimioterapia, terapia-alvo, imunoterapia, transplante de medula óssea ou observação clínica. Não existe um único tratamento para toda leucemia.

Esse é um ponto central: entender o tipo de leucemia muda completamente a conduta. Algumas leucemias agudas exigem internação e início rápido de terapia. Algumas leucemias crônicas permitem acompanhamento mais gradual.

Tratamento das leucemias agudas

As leucemias agudas costumam exigir tratamento rápido, frequentemente com quimioterapia intensiva. Em alguns casos, o plano inclui imunoterapia, terapia-alvo e transplante de medula óssea.

Tratamento das leucemias crônicas

As leucemias crônicas podem ser tratadas com terapia-alvo, imunoterapia, quimioterapia em situações específicas ou apenas observação. Na LMC, os inibidores de tirosina quinase transformaram o prognóstico. Na LLC, alguns pacientes ficam em acompanhamento sem tratar imediatamente, sendo que atualmente existem medicamentos em comprimidos que também conseguem controlar a doença.

Transplante de medula óssea

O transplante de medula óssea é indicado em casos selecionados, quando o risco da doença justifica uma abordagem mais intensa. Ele pode ser parte do tratamento em algumas leucemias agudas e em situações específicas de recaída ou alto risco.

Efeitos colaterais e acompanhamento

Os efeitos colaterais variam conforme o tratamento, mas podem incluir náuseas, queda de cabelo, infecções, fadiga e alterações no sangue. O acompanhamento é contínuo e pode envolver exames seriados, avaliação de resposta e monitoramento de doença residual mínima.

Quando procurar um hematologista ou ir ao pronto atendimento?

Febre persistente, sangramentos, infecções recorrentes e hemograma alterado justificam avaliação com hematologista; sinais graves exigem pronto atendimento. A rapidez da avaliação pode fazer diferença, principalmente nas leucemias agudas.

Marque consulta com hematologista se houver:

  • hemograma alterado sem explicação
  • cansaço intenso persistente
  • infecções repetidas
  • hematomas frequentes
  • linfonodos aumentados
  • perda de peso sem causa clara

Procure urgência se houver febre alta, falta de ar, sangramento importante, confusão mental ou piora rápida do estado geral.

É possível prevenir leucemia?

Não é possível prevenir todos os casos de leucemia, mas algumas medidas podem reduzir o risco. Como muitos casos não têm causa definida, a prevenção é limitada.

O que pode ajudar:

  • evitar tabagismo
  • reduzir exposição ocupacional a benzeno e outros agentes tóxicos
  • seguir normas de proteção em ambientes com radiação
  • manter acompanhamento médico em pessoas com síndromes genéticas ou doenças hematológicas predisponentes

O que não depende do paciente é importante destacar: muitas leucemias surgem sem um fator evitável identificado.

Leucemia x linfoma x mieloma: qual é a diferença?

Leucemia, linfoma e mieloma são cânceres hematológicos, mas não são a mesma doença. A diferença principal está no local de origem e no tipo de célula afetada.

Resumo rápido

Leucemia é um câncer da medula óssea e do sangue que pode ser agudo ou crônico, linfoide ou mieloide. O subtipo define sintomas, urgência, exames e tratamento.

5 pontos para lembrar sobre leucemia

1. Leucemia não é uma doença única.
2. O hemograma pode sugerir, mas não confirmar o diagnóstico.
3. Febre, cansaço, infecções e sangramentos são sinais comuns.
4. Algumas leucemias têm chance de cura; outras podem ser controladas por muitos anos.
5. O hematologista é o especialista que conduz a investigação e o tratamento.

Perguntas frequentes sobre leucemia

O que é leucemia no sangue?

Leucemia é um câncer que afeta o sangue e a medula óssea. Ela começa na medula óssea e altera a produção normal das células sanguíneas.

Leucemia pega?

Não. Leucemia não é contagiosa e não passa por contato físico, saliva, objetos ou convivência.

Leucemia dói?

Pode doer, mas nem sempre. Alguns pacientes têm dor óssea, desconforto articular ou mal-estar, enquanto outros descobrem a doença sem dor.

Leucemia aparece no hemograma?

Pode aparecer como suspeita. O hemograma pode mostrar alterações importantes, mas geralmente não confirma o diagnóstico sozinho.

Quais são os primeiros sintomas da leucemia?

Os primeiros sintomas da leucemia podem incluir fadiga, palidez, febre, infecções recorrentes, hematomas e sangramentos. Em alguns casos, não há sintomas iniciais.

Leucemia tem cura?

Sim, alguns tipos de leucemia podem ter cura. Em outros casos, o objetivo é controle prolongado da doença com boa resposta ao tratamento.

Toda leucemia precisa de quimioterapia?

Não. Algumas leucemias são tratadas com terapia-alvo, imunoterapia ou observação clínica, dependendo do subtipo.

Qual médico trata leucemia?

O médico especialista é o hematologista, muitas vezes com atuação integrada com oncologia. Esse profissional conduz diagnóstico, classificação e tratamento.

Leucemia é hereditária?

Na maioria dos casos, não. Existem situações raras de predisposição genética, mas a maior parte dos casos não é herdada diretamente.

Quanto tempo dura o tratamento da leucemia?

O tempo varia bastante. Pode durar meses nas leucemias agudas e anos nas leucemias crônicas, especialmente quando há uso contínuo de terapia-alvo.

Foto de Dr. Antonio Carlos Buzaid

Dr. Antonio Carlos Buzaid

Destacado oncologista clínico, graduado pela Universidade de São Paulo, com experiência internacional nos EUA, onde foi diretor de centros especializados em melanoma e câncer de pulmão, além de professor na Universidade de Yale. No Brasil, foi membro do comitê gestor do Centro de Oncologia do Einstein e dirigiu centros de oncologia nos hospitais Sírio Libanês e BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente é Diretor Médico Geral do Centro de Oncologia dos Hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis. CRM 45.405

Foto de Dr. Fernando Cotait Maluf

Dr. Fernando Cotait Maluf

Renomado oncologista clínico, graduado pela Santa Casa de São Paulo, com doutorado em Urologia pela FMUSP. Ele foi chefe do Programa de Residência Médica em Oncologia Clínica do Hospital Sírio Libanês e atualmente é diretor associado do Centro de Oncologia do hospital BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, além de membro do Comitê Gestor do Hospital Israelita Albert Einstein e professor livre-docente na Santa Casa de São Paulo. CRM: 81.930

Publicação: 14/07/2026 | Atualização: 14/07/2026

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