Sintomas da leucemia

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Tratamento de câncer pode estar na pesquisa clínica.

Sumário

Os sintomas da leucemia costumam incluir cansaço intenso, palidez, febre, infecções frequentes, manchas roxas, sangramentos, perda de peso, suor noturno, dor nos ossos e aumento de gânglios. Esses sinais surgem porque a leucemia afeta a medula óssea, prejudicando a produção normal das células do sangue. Nem todo sintoma isolado significa câncer, mas a combinação de sinais persistentes, recorrentes ou progressivos merece avaliação médica.

Segundo o INCA, a leucemia está entre os cânceres mais incidentes em crianças e adolescentes no Brasil, e a estimativa para o triênio 2026-2028 é de cerca de 12.220 novos casos por ano.

Os sintomas da leucemia podem ser discretos no começo e facilmente confundidos com anemia, virose, infecção comum ou até estresse. Isso ajuda a explicar por que muitas pessoas demoram a procurar ajuda. Os sinais mais frequentes incluem cansaço, palidez, febre, infecções persistentes, hematomas e sangramentos.

Neste guia, você vai entender quais são os principais sinais, como eles variam conforme o tipo de leucemia, quando procurar um hematologista e quais exames costumam ser usados na investigação.

Pontos importantes

  • Os sintomas da leucemia mais comuns são fadiga, palidez, febre, infecções recorrentes, sangramentos, hematomas fáceis, petéquias, suor noturno e perda de peso.
  • A leucemia pode ser silenciosa no início, especialmente em alguns casos de leucemia crônica, descoberta em um hemograma de rotina.
  • Manchas roxas, sangramento nasal frequente e petéquias merecem mais atenção quando aparecem junto de cansaço, febre ou palidez.
  • Crianças podem apresentar dor óssea, inapetência, letargia e febre por semanas antes do diagnóstico.
  • O diagnóstico não é feito apenas pelos sintomas da leucemia: hemograma, mielograma, biópsia de medula óssea e exames como citometria de fluxo ajudam a confirmar o tipo da doença.

O que é leucemia e por que ela pode causar sintomas tão variados?

Leucemia é um câncer que afeta as células do sangue e a medula óssea, por isso pode causar sintomas em várias partes do corpo. A doença altera a produção normal de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas, o que explica sinais tão diferentes como cansaço, infecção e sangramento.

De forma direta, a leucemia surge quando células anormais passam a se multiplicar na medula óssea. A medula óssea é o tecido dentro dos ossos responsável por fabricar as células sanguíneas. Quando esse processo é ocupado por células doentes, falta espaço para a produção saudável.

Isso leva a três consequências principais. A primeira é a anemia, que causa fraqueza, palidez e falta de ar. A segunda é a queda de plaquetas, associada a hematomas, petéquias e sangramentos. A terceira é a alteração dos glóbulos brancos, que aumenta o risco de febre e infecções.

Os sintomas da leucemia também podem variar porque existem tipos diferentes da doença. As leucemias podem ser agudas ou crônicas, linfoides ou mieloides, e cada grupo costuma ter ritmo de evolução e manifestações próprias.

Quais são os principais sintomas da leucemia?

Os principais sintomas da leucemia são cansaço persistente, palidez, febre, infecções frequentes, sangramentos, manchas roxas, petéquias, perda de peso, suor noturno, dor óssea e aumento de gânglios. Esses sinais podem aparecer juntos ou de forma gradual.

Sintomas gerais mais comuns

Os sintomas gerais mais comuns da leucemia refletem alterações no sangue e inflamação sistêmica. Eles costumam ser inespecíficos, por isso podem ser confundidos com problemas mais comuns no dia a dia.

Fadiga e fraqueza

Cansaço fora do habitual é um dos sintomas da leucemia mais frequentes. A pessoa sente exaustão mesmo após dormir, perde rendimento nas atividades simples e pode notar falta de energia progressiva.

Isso geralmente acontece por anemia. Com menos glóbulos vermelhos, o corpo transporta menos oxigênio, e tarefas rotineiras passam a exigir mais esforço.

Febre persistente

Febre sem causa clara pode ocorrer por infecções ou pela própria atividade da doença. Quando aparece de forma recorrente, sem quadro respiratório evidente ou sem melhora adequada, merece atenção.

Perda de peso sem explicação

Perder peso sem dieta, sem aumento de exercício e sem motivo aparente pode acontecer em vários cânceres, incluindo leucemia. Em geral, esse sintoma ganha relevância quando vem acompanhado de febre, suor noturno e cansaço.

Suores noturnos

Suor intenso durante a noite, a ponto de molhar roupa ou lençol, é um sinal que pode estar associado às leucemias. Isoladamente, não confirma leucemia, mas entra no conjunto de alertas.

Palidez

Palidez na pele, nos lábios ou nas mucosas pode indicar anemia. Muitas pessoas percebem também tontura, palpitação ou queda de desempenho físico.

Sinais de sangramento e alterações na pele

Sinais de sangramento e alterações na pele são comuns quando há queda de plaquetas. Eles merecem mais atenção quando surgem sem trauma importante ou se repetem.

Hematomas fáceis

Manchas roxas após pequenos impactos, ou até sem lembrar de batidas, podem ocorrer por plaquetas baixas. Um hematoma isolado é comum na vida diária, mas vários hematomas novos, frequentes e sem explicação aumentam a suspeita clínica.

Sangramento nasal ou gengival

Sangrar pelo nariz com frequência, ter sangramento gengival ao escovar os dentes ou notar sangramento mais prolongado após pequenos cortes pode ser sinal de alteração na coagulação relacionada à leucemia.

Petéquias e manchas roxas

Petéquias são pequenas pintinhas vermelhas ou arroxeadas na pele, parecidas com pontinhos. Elas não desaparecem à pressão e podem surgir principalmente em pernas, braços e tronco.

Sintomas ligados a infecções e baixa imunidade

Infecções frequentes acontecem porque a leucemia pode comprometer a função dos glóbulos brancos. Mesmo quando há muitos leucócitos no hemograma, essas células podem ser anormais e ineficazes.

Infecções frequentes

Infecções de repetição, como amigdalite, pneumonia, infecção urinária ou aftas persistentes, podem ser um sinal de alerta. O problema não é apenas a quantidade de glóbulos brancos, mas a qualidade dessas células.

Febre recorrente

Febre que vai e volta, especialmente com prostração, calafrios ou perda do estado geral, merece avaliação médica rápida.

Dor óssea, articular e desconforto abdominal

Dor nos ossos e sensação de barriga inchada podem ocorrer quando a doença afeta a medula óssea, o baço ou o fígado. Esses sintomas aparecem em alguns subtipos com mais frequência.

Dor nos ossos e nas articulações

Dor óssea ou articular pode ocorrer porque a medula óssea fica infiltrada por células doentes. Em crianças com LLA, esse achado é particularmente importante.

Aumento do baço e do fígado

Quando o baço ou o fígado aumentam, pode haver sensação de peso, estufamento ou desconforto abdominal. Algumas pessoas percebem saciedade precoce, isto é, ficam satisfeitas após comer pouco.

Aumento de gânglios linfáticos

Gânglios aumentados podem aparecer no pescoço, axilas ou virilha. Nem todo linfonodo aumentado significa leucemia, porque infecções também causam isso. O sinal ganha mais importância quando persiste, cresce ou vem junto de febre, suor noturno e perda de peso.

Quais sintomas podem aparecer primeiro?

Os primeiros sintomas da leucemia costumam ser cansaço, palidez, febre baixa, infecções repetidas e manchas roxas. Em muitos casos, eles surgem de forma discreta e parecem problemas comuns, o que atrasa a investigação.

Algumas pessoas notam apenas queda de energia e indisposição por semanas. Outras percebem sangramento nasal frequente, petéquias ou um número incomum de hematomas. Em leucemias agudas, a evolução tende a ser mais rápida. Em leucemias crônicas, o quadro pode ser lento ou até assintomático no início.

A leucemia pode ser silenciosa no começo, especialmente na LLC e na LMC. É mais comum que casos dessas leucemias sejam descobertos em exames de rotina, antes de sintomas evidentes.

Os sintomas mudam conforme o tipo de leucemia?

Os sintomas da leucemia mudam conforme o tipo porque cada subtipo tem velocidade de progressão e comportamento biológico diferentes. Em geral, leucemias agudas causam sintomas mais rápidos e intensos, enquanto leucemias crônicas podem evoluir lentamente.

Diferença entre leucemia aguda e crônica

Na leucemia aguda, os sintomas costumam aparecer em dias ou semanas. O quadro pode incluir febre, sangramento, infecções, fadiga intensa e piora rápida do estado geral.

Na leucemia crônica, os sintomas podem levar meses para aparecer. Algumas pessoas têm apenas alterações no hemograma no início.

Diferença entre leucemia mieloide e linfoide

Leucemias mieloides afetam células da linhagem mieloide. Leucemias linfoides afetam células da linhagem linfoide. Para o paciente, isso importa porque alguns sinais e tratamentos variam conforme o subtipo confirmado por exames.

Sintomas mais comuns em LLA, LMA, LLC e LMC

A tabela abaixo resume diferenças práticas:

Tipo de leucemiaPerfil mais comumSintomas mais frequentesInício
LLAMais comum em criançasFebre, palidez, dor óssea, petéquias, linfonodos, fígado e baço aumentadosRápido
LMAMais comum em adultosCansaço, febre, sangramento, petéquias, infecções, às vezes infiltração gengivalRápido
LLCMais comum em idososPode não dar sintomas; quando dá, pode haver gânglios aumentados, cansaço e infecçõesLento
LMCIdade média em torno de 60 anos segundo a NCCNPode ser silenciosa; pode causar fadiga, perda de peso, suor noturno e aumento do baçoLento

Leucemia linfoblástica aguda (LLA)

A LLA costuma causar febre, palidez, dor óssea, petéquias e aumento de gânglios. Em crianças, letargia e inapetência costumam preceder o diagnóstico.

Leucemia mieloide aguda (LMA)

A LMA geralmente se manifesta com piora rápida, sangramentos, petéquias, febre e infecções. Alguns casos podem ter aumento gengival ou sangramento bucal.

Leucemia linfocítica crônica (LLC)

A LLC pode ser descoberta sem sintomas. Quando há manifestações, são comuns cansaço, aumento de gânglios e infecções recorrentes. Nem todo paciente precisa tratar imediatamente.

Leucemia mieloide crônica (LMC)

A LMC também pode ser silenciosa no início. Alguns pacientes apresentam fadiga, desconforto abdominal pelo aumento do baço, perda de peso e suor noturno.

Sintomas da leucemia em crianças, adultos e idosos

Os sintomas da leucemia variam com a idade porque o subtipo mais comum muda ao longo da vida e porque crianças, adultos e idosos expressam a doença de formas diferentes. O sinal de alerta principal é a persistência ou combinação de sintomas.

Sinais mais observados em crianças

Em crianças, febre, palidez, cansaço, dor nas pernas, dor óssea, petéquias, manchas roxas e aumento abdominal merecem atenção. Criança que para de brincar, manca, reclama de dor frequente ou perde apetite por semanas precisa ser avaliada.

Sinais mais comuns em adultos

Em adultos, os sintomas da leucemia mais relatados são fadiga persistente, perda de peso, febre, suor noturno, hematomas fáceis e infecções recorrentes. Na LMA, a progressão pode ser rápida. Na LMC, o achado pode surgir em exame de rotina.

Particularidades em idosos

Em idosos, cansaço, anemia e infecções podem ser atribuídos a outras doenças, o que dificulta o reconhecimento. A LLC é mais comum nessa faixa etária, e pode permanecer sem sintomas por um período.

Quando os sintomas da leucemia exigem atendimento médico rápido?

Os sintomas da leucemia exigem atendimento rápido quando há falta de ar importante, sangramento persistente, febre com piora do estado geral, confusão mental, desmaio ou fraqueza intensa. Esses sinais podem indicar complicações que não devem esperar consulta eletiva.

Sinais de alerta para procurar um hematologista

Procure avaliação médica e considere encaminhamento para hematologista quando houver:

  1. Cansaço persistente com palidez
  2. Hematomas frequentes sem explicação
  3. Sangramento nasal ou gengival recorrente
  4. Febre repetida e infecções frequentes
  5. Petéquias
  6. Perda de peso involuntária
  7. Gânglios aumentados por semanas

Quando ir ao pronto-socorro

Vá ao pronto-socorro se houver:

  • falta de ar importante
  • sangramento que não cessa
  • febre alta com prostração intensa
  • tontura forte, desmaio ou confusão
  • dor de cabeça intensa com vômitos ou sintomas neurológicos

Sintomas neurológicos como cefaleia, náusea, vômito, letargia e irritabilidade são observados quando há comprometimento do sistema nervoso central, como ocorre em alguns casos.

Como saber se pode ser leucemia e não outra condição?

Leucemia pode se parecer com anemia, virose, dengue ou infecções comuns, por isso os sintomas isolados raramente fecham o diagnóstico. A suspeita aumenta quando vários sinais aparecem juntos, persistem por semanas ou pioram progressivamente.

A anemia costuma causar cansaço e palidez, mas não explica sozinha petéquias, febre recorrente e infecções de repetição. Uma virose pode dar febre e fraqueza, mas tende a melhorar em poucos dias. Dengue pode causar manchas e plaquetas baixas, mas geralmente vem com quadro agudo bem definido.

Nem todo hematoma, cansaço ou febre significa leucemia. O ponto central é o conjunto: cansaço persistente, palidez, sangramentos, infecções e perda de peso, por exemplo, merece investigação estruturada.

Como é feito o diagnóstico quando há suspeita de leucemia?

O diagnóstico da leucemia começa com avaliação clínica e hemograma, mas a confirmação geralmente exige exame de medula óssea e testes que definem o subtipo. Sintomas levantam a suspeita, porém não bastam para confirmar a doença.

Hemograma completo

O hemograma é o primeiro exame mais comum. Ele pode mostrar anemia, plaquetas baixas, leucócitos muito altos ou muito baixos e, em alguns casos, presença de blastos no sangue periférico.

Mielograma e biópsia de medula óssea

O mielograma avalia diretamente a medula óssea. A biópsia complementa a análise da arquitetura do tecido. Esses exames ajudam a confirmar se há infiltração por células leucêmicas.

Citometria de fluxo, cariótipo e exames moleculares

Esses testes definem com precisão o tipo de leucemia e orientam o tratamento. A citometria de fluxo identifica marcadores das células. O cariótipo e os exames moleculares detectam alterações genéticas, como BCR::ABL, PML::RARA e RUNX1::RUNX1T1, descritas em materiais técnicos e laboratoriais.

O que pode aparecer no hemograma

A tabela abaixo resume alterações possíveis:

Alteração no sangueO que significa ou pode causarSintomas mais comuns
AnemiaFalta de glóbulos vermelhosCansaço, palidez, falta de ar, tontura
Plaquetas baixasMaior risco de sangramentoHematomas, petéquias, sangramento nasal, gengival
Leucócitos alteradosDefesa ineficaz contra infecçõesFebre, infecções recorrentes
Blastos circulantesPresença de células imaturas anormaisSinal de alerta laboratorial importante

O que causa esses sintomas?

Os sintomas da leucemia acontecem porque a medula óssea deixa de produzir células normais em quantidade suficiente e passa a ser ocupada por células anormais. O resultado é um desequilíbrio que afeta oxigenação, coagulação e imunidade.

A anemia explica fadiga, fraqueza, palpitação e palidez. A queda de plaquetas explica petéquias, hematomas e sangramentos. A alteração dos glóbulos brancos explica febre e infecções repetidas.

Além disso, a infiltração de órgãos como baço, fígado, gânglios e ossos pode causar dor, aumento abdominal e desconforto localizado. É por isso que os sintomas da leucemia não se limitam ao sangue.

Leucemia tem cura? O diagnóstico precoce melhora as chances?

Alguns tipos de leucemia têm chance de cura, e outros podem ser controlados por muitos anos com tratamento adequado. O prognóstico depende do subtipo, da idade, do perfil genético da doença e da resposta ao tratamento.

O Ministério da Saúde reforça que o diagnóstico precoce é central para melhorar o prognóstico. Em leucemias agudas, reconhecer os sintomas cedo pode acelerar o início do tratamento. Em leucemias crônicas, a identificação em exames de rotina pode permitir acompanhamento ou terapia-alvo no momento certo.

O tratamento pode incluir quimioterapia, terapia-alvo, imunoterapia, transplante de medula óssea e, em casos selecionados, CAR-T. A escolha depende do tipo confirmado da doença.

Perguntas frequentes sobre sintomas da leucemia

Leucemia causa manchas roxas?

Sim, leucemia pode causar manchas roxas por queda de plaquetas. O sinal merece mais atenção quando as manchas surgem sem trauma claro ou junto de sangramentos, palidez e cansaço.

Leucemia causa coceira?

Coceira não é um dos sintomas da leucemia mais típicos, mas pode ocorrer em alguns casos. Como é um sintoma inespecífico, isoladamente não sugere leucemia.

Leucemia causa dor nas pernas ou nos ossos?

Sim, especialmente em crianças e em alguns casos de leucemia aguda. Dor óssea ou articular acontece pela infiltração da medula óssea e pode vir com febre, palidez e cansaço.

Leucemia aparece no hemograma?

Pode aparecer, mas o hemograma sozinho nem sempre fecha o diagnóstico. Alterações como anemia, plaquetas baixas, leucócitos muito altos ou baixos e blastos podem levantar a suspeita.

Leucemia é hereditária?

Na maioria dos casos, leucemia não é hereditária de forma direta. Alguns fatores genéticos podem aumentar o risco, mas isso não significa que a doença será obrigatoriamente transmitida entre familiares.

Leucemia pega?

Não. Leucemia não é contagiosa e não passa por contato, beijo, sangue compartilhado no convívio social ou proximidade.

Toda leucemia dá sintomas?

Não. Algumas leucemias crônicas podem ser assintomáticas no início e ser descobertas em exames de rotina.

Quais são os primeiros sintomas da leucemia?

Os primeiros sintomas da leucemia costumam ser cansaço persistente, palidez, febre, infecções frequentes, manchas roxas e sangramentos. Em alguns casos, a doença começa de forma silenciosa.

Manchas roxas podem ser leucemia?

Podem, mas nem sempre são. A preocupação aumenta quando aparecem muitas manchas roxas, sem batidas relevantes, associadas a petéquias, sangramento nasal, febre ou fraqueza.

Qual médico procurar ao notar sintomas da leucemia?

O primeiro atendimento pode ser com clínico geral, pediatra ou médico de família. Se houver suspeita, o especialista mais indicado é o hematologista ou onco-hematologista.

Foto de Dr. Antonio Carlos Buzaid

Dr. Antonio Carlos Buzaid

Destacado oncologista clínico, graduado pela Universidade de São Paulo, com experiência internacional nos EUA, onde foi diretor de centros especializados em melanoma e câncer de pulmão, além de professor na Universidade de Yale. No Brasil, foi membro do comitê gestor do Centro de Oncologia do Einstein e dirigiu centros de oncologia nos hospitais Sírio Libanês e BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente é Diretor Médico Geral do Centro de Oncologia dos Hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis. CRM 45.405

Foto de Dr. Fernando Cotait Maluf

Dr. Fernando Cotait Maluf

Renomado oncologista clínico, graduado pela Santa Casa de São Paulo, com doutorado em Urologia pela FMUSP. Ele foi chefe do Programa de Residência Médica em Oncologia Clínica do Hospital Sírio Libanês e atualmente é diretor associado do Centro de Oncologia do hospital BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, além de membro do Comitê Gestor do Hospital Israelita Albert Einstein e professor livre-docente na Santa Casa de São Paulo. CRM: 81.930

Publicação: 14/07/2026 | Atualização: 14/07/2026

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