Tratamentos do Câncer

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Sumário

O tratamento do câncer é definido de forma individualizada, de acordo com o tipo de tumor, o estágio da doença, a localização, as características biológicas do câncer e as condições de saúde de cada pessoa. Isso significa que não existe uma única terapia que sirva para todos os casos. No Brasil, a relevância do tema é enorme: são esperados 781 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028.

Neste artigo, você vai entender quais são os principais tipos de tratamento do câncer, quando eles podem ser combinados, como os médicos escolhem a melhor estratégia, o papel da pesquisa clínica, onde tratar pelo SUS e o que realmente significam termos como adjuvante, neoadjuvante, paliativo, imunoterapia e terapia-alvo.

Pontos importantes

O que é o tratamento do câncer e como ele é definido

O tratamento oncológico é o conjunto de terapias usadas para controlar, reduzir ou eliminar o câncer. Dependendo do caso, o objetivo pode ser curar a doença, impedir sua volta, diminuir o tumor antes de uma cirurgia, controlar o avanço ou aliviar sintomas.

Na prática, o plano terapêutico costuma seguir uma linha do tempo: diagnóstico, estadiamento, avaliação da equipe, definição da estratégia, tratamento e acompanhamento. Esse processo ajuda a escolher a opção mais adequada e segura para cada paciente.

Por que não existe um tratamento único para todos os casos

Câncer não é uma doença única. Existem muitos tipos, como câncer de mama, próstata, pulmão, colorretal, leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Mesmo dentro de um mesmo órgão, dois tumores podem se comportar de forma diferente.

Além disso, alguns tumores são localizados, enquanto outros já se espalharam para outras partes do corpo. Há ainda diferenças moleculares, isto é, alterações genéticas e biológicas que influenciam a resposta às terapias.

Fatores que influenciam a escolha terapêutica

Tipo de câncer

Cada tumor tem características próprias. Um câncer de próstata pode responder bem à hormonioterapia, enquanto certos cânceres de pulmão podem ser tratados com terapia-alvo ou imunoterapia, dependendo dos marcadores moleculares.

Estágio da doença

O estadiamento mostra o quanto a doença avançou. Em geral, tumores diagnosticados em fase inicial têm mais chance de tratamento com intenção curativa. Dados do A.C. Camargo mostram, por exemplo, altas chances de cura em estágios iniciais para câncer de mama, pulmão, tireoide e colorretal.

Localização do tumor

A localização influencia a possibilidade de cirurgia, o tipo de radioterapia e o risco de efeitos colaterais. Um tumor próximo a estruturas nobres, como vasos importantes ou cérebro, pode exigir técnicas específicas.

Idade, condições clínicas e preferências do paciente

A equipe considera doenças associadas, capacidade funcional, uso de outros medicamentos, fertilidade, rotina e objetivos do paciente. A decisão ideal não depende só do tumor, mas também da pessoa.

Quando é necessário combinar mais de um tratamento

É comum combinar cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapias sistêmicas. Isso acontece porque alguns tratamentos atuam localmente, enquanto outros circulam pelo corpo inteiro.

Também é importante entender algumas finalidades do tratamento:

  • Curativo: busca eliminar a doença
  • Adjuvante: feito após o tratamento principal para reduzir risco de recaída
  • Neoadjuvante: realizado antes, para diminuir o tumor, facilitar outra etapa e direcionar tratamentos subsequentes, bem como reduzir risco de recidiva
  • Paliativo: visa controle da doença e melhora da qualidade de vida

O conceito de tratamento adjuvante e neoadjuvante ajuda a entender por que o mesmo câncer pode ser tratado de formas diferentes em pacientes distintos.

Principais tipos de tratamento do câncer

Cirurgia oncológica

A cirurgia oncológica é uma das modalidades mais tradicionais do tratamento do câncer. Ela pode retirar o tumor, parte do órgão afetado ou tecidos ao redor.

O que é

É o procedimento feito para remover o câncer visível, obter material para diagnóstico ou aliviar complicações causadas pelo tumor.

Quando é indicada

Costuma ser mais usada em tumores sólidos, como mama, intestino, pulmão, pele e tireoide. Em muitos casos, é indicada quando a doença está localizada.

Objetivos da cirurgia

Curativa

Quando há chance de retirar todo o tumor com intenção de cura.

Diagnóstica

Quando a cirurgia ou biópsia é necessária para confirmar o tipo de câncer.

Paliativa

Quando a meta é aliviar dor, sangramento, obstrução ou outros sintomas.

Redução tumoral e controle local

Em alguns casos, a cirurgia reduz o volume do tumor para facilitar outros tratamentos.

Quando um tumor pode ser considerado inoperável

Um tumor pode ser chamado de inoperável quando não pode ser retirado com segurança ou quando a cirurgia não traria benefício real naquele momento. Isso pode ocorrer por invasão de estruturas importantes, extensão da doença ou condições clínicas do paciente.

Importante: inoperável não significa sem tratamento. Ainda podem existir outras terapias eficazes para controle e até redução do tumor. Às vezes, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou terapia-alvo podem reduzir o tumor e tornar a cirurgia possível depois, se necessário. 

Avanços em cirurgia oncológica

Hoje existem técnicas minimamente invasivas, laparoscopia, cirurgia robótica e melhor planejamento por imagem. Esses avanços podem reduzir dor, tempo de internação e complicações em casos selecionados.

Quimioterapia

A quimioterapia é um dos tratamentos do câncer mais conhecidos. Ela usa medicamentos para destruir células tumorais ou impedir sua multiplicação.

O que é e como funciona

A quimioterapia age principalmente em células que se dividem rapidamente. Como o câncer costuma ter crescimento descontrolado, essas drogas podem ser eficazes em diversos tumores.

Quimioterapia sistêmica

É chamada de sistêmica porque circula pelo corpo, alcançando células cancerígenas que possam estar fora do tumor principal. Por isso, pode ser usada em doença localizada ou metastática.

Tipos de quimioterapia

Curativa

Quando faz parte de um plano com chance real de cura.

Adjuvante

Após cirurgia ou radioterapia, para reduzir risco de recidiva.

Neoadjuvante

Antes da cirurgia, para diminuir o tumor, direcionar tratamentos subsequentes e reduzir risco de recidiva.

Paliativa

Para controlar a doença, aliviar sintomas e prolongar a vida com qualidade.

Como é administrada

Pode ser aplicada na veia, por comprimidos, por injeção ou por esquemas específicos, dependendo do medicamento. O tratamento costuma ser feito em ciclos, com intervalos para recuperação do organismo.

Efeitos colaterais mais comuns

Nem toda pessoa terá os mesmos efeitos. Entre os mais comuns estão:

  • náusea e vômito
  • cansaço
  • queda de cabelo em alguns esquemas
  • feridas na boca
  • diarreia ou prisão de ventre
  • redução da imunidade
  • anemia

Hoje existem medicamentos e medidas de suporte que ajudam bastante na prevenção e no controle desses sintomas. Por isso, qualquer efeito deve ser comunicado à equipe.

Radioterapia

A radioterapia usa radiação para destruir células tumorais ou impedir seu crescimento. É um tratamento local, ou seja, atua na área planejada.

O que é e como funciona

A radiação danifica o material genético das células cancerígenas. Como essas células têm mais dificuldade de reparo, podem morrer ou perder a capacidade de se multiplicar.

Quando é indicada

Pode ser usada antes ou depois da cirurgia, junto com quimioterapia, como tratamento principal ou para alívio de sintomas. É comum em tumores de mama, próstata, cabeça e pescoço, pulmão, reto e cérebro.

Tipos de radioterapia

Radioterapia externa

É a mais comum. O aparelho direciona a radiação para a região do tumor.

Braquiterapia

A fonte radioativa é colocada próxima ou dentro do tumor por tempo determinado.

Radioterapia intraoperatória

É aplicada durante a cirurgia em situações específicas.

Avanços tecnológicos

IMRT

Permite modular a intensidade da radiação, poupando tecidos sadios.

IGRT

Usa imagens para aumentar a precisão da aplicação.

Radiocirurgia estereotáxica

Entrega altas doses com muita precisão em poucas sessões, muito usada em cérebro e algumas lesões pequenas.

Terapia com prótons

É uma tecnologia mais avançada que pode reduzir radiação em tecidos vizinhos em casos selecionados.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos dependem da área tratada. Podem incluir vermelhidão na pele, cansaço, dor ao engolir, diarreia, boca seca ou irritação local. Radioterapia não costuma doer durante a aplicação.

Hormonioterapia

A hormonioterapia é indicada para tumores que dependem de hormônios para crescer. É muito usada em câncer de mama com receptores hormonais positivos e em câncer de próstata.

Para quais tumores é indicada

Os principais exemplos são mama e próstata, mas o uso depende de exames que mostram se o tumor responde a hormônios.

Como age no organismo

Ela pode bloquear a produção hormonal ou impedir a ação do hormônio sobre a célula tumoral.

Principais exemplos de uso

No câncer de mama que possui receptores hormonais positivos, pode ser usada por anos após cirurgia para diminuir o risco de recaída. No câncer de próstata, pode ser associada à radioterapia ou usada em doença avançada.

Terapia-alvo

A terapia-alvo é uma forma mais precisa de tratamento do câncer. Ela age em alterações específicas das células tumorais.

O que é

São medicamentos desenvolvidos para bloquear alvos moleculares, como proteínas ou mutações que ajudam o tumor a crescer.

Diferença entre terapia-alvo e quimioterapia

A quimioterapia atua de forma mais ampla em células que se multiplicam rapidamente. A terapia-alvo age em mecanismos específicos do tumor. Por isso, ela depende de testes moleculares.

Quando pode ser indicada

É comum em alguns cânceres de pulmão, mama, colorretal, leucemias e outros tumores com alterações identificáveis.

Tipos mais citados

Entre os exemplos estão anticorpos monoclonais e inibidores de tirosina quinase. Em alguns cenários, também entram os anticorpos conjugados a drogas, que unem precisão com liberação de medicamento na célula tumoral.

Imunoterapia

A imunoterapia estimula o sistema imunológico a reconhecer e combater o câncer. Ela mudou o tratamento de vários tumores nos últimos anos.

Como funciona

Alguns cânceres conseguem “desligar” a resposta imune. A imunoterapia remove esses freios ou direciona o sistema de defesa contra o tumor.

Em quais cânceres pode ser utilizada

Pode ser indicada em vários tipos de câncer, como melanoma, câncer de pulmão, rim, bexiga, colo de útero, estômago, alguns casos de mama, entre outros. A indicação depende do tipo de câncer e de biomarcadores.

Tipos de imunoterapia

Inibidores de checkpoint

São medicamentos que bloqueiam mecanismos usados pelo tumor para escapar do sistema imune.

Anticorpos monoclonais

Podem marcar células tumorais ou bloquear vias importantes para o câncer.

Terapia celular

Usa células do próprio sistema imune, modificadas ou estimuladas, para atacar a doença.

Avanços recentes incluem novas combinações em melanoma metastático e expansão do uso em diferentes cenários, como mostra o conteúdo do Vencer o Câncer sobre novidades em tratamento e pesquisa.

Terapia com células CAR-T

A terapia CAR-T é uma forma avançada de imunoterapia. Nela, células de defesa do próprio paciente são coletadas e modificadas em laboratório para reconhecer melhor o câncer.

O que é e como é feita

As células T são retiradas do sangue, reprogramadas geneticamente e depois reinfundidas no paciente. O objetivo é que passem a atacar células tumorais com mais eficiência.

Para quais cânceres hematológicos pode ser indicada

Hoje, o uso está mais ligado a alguns casos de leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, especialmente quando outros tratamentos falharam.

Limitações e disponibilidade

É uma terapia complexa, cara e ainda com acesso limitado. Nem todos os pacientes são candidatos, e a indicação deve ser feita em centros especializados.

Transplante de medula óssea

O transplante de medula óssea faz parte do tratamento de alguns cânceres hematológicos.

O que é

É um procedimento que substitui ou restaura a medula óssea doente após tratamentos intensivos.

Quando é indicado

Pode ser usado em leucemias, linfomas, mieloma múltiplo e outras doenças do sangue, conforme o subtipo e a resposta ao tratamento.

Tipos de transplante

Autólogo

Usa células do próprio paciente.

Alogênico

Usa células de um doador compatível.

Pesquisa clínica e tratamentos em desenvolvimento

A pesquisa clínica é essencial para o avanço do tratamento do câncer. É por meio dela que novas terapias são testadas com rigor científico antes de se tornarem amplamente disponíveis.

A Rede Vencer o Câncer de Pesquisa Clínica busca ampliar o acesso a estudos no Brasil. Também é possível entender melhor novas possibilidades na nossa página sobre pesquisa clínica e no posicionamento de que sem pesquisa clínica não há cuidado em saúde.

Entre as frentes em desenvolvimento, destacam-se:

  • medicina personalizada
  • terapia gênica
  • vacinas terapêuticas
  • imunoterapia
  • novos anticorpos conjugados a drogas
  • avaliação de DNA tumoral circulante

Participar de um estudo clínico não significa ser “cobaia”. Significa receber acompanhamento rigoroso dentro de critérios éticos e científicos bem definidos.

Cuidados paliativos no tratamento do câncer

Os cuidados paliativos são parte importante do tratamento oncológico. Eles ajudam a controlar sintomas físicos, emocionais e sociais.

O que são

Incluem controle da dor, falta de ar, náusea, fadiga, ansiedade, depressão, dificuldades alimentares e apoio à família.

Quando devem ser considerados

Podem ser iniciados cedo, junto ao tratamento antitumoral. Não são restritos aos casos sem possibilidade de cura.

Diferença entre cuidado paliativo e fim de vida

Cuidado paliativo é uma abordagem de qualidade de vida. Fim de vida é apenas uma fase possível dentro dessa trajetória. Confundir os dois conceitos é um erro muito comum.

Como os médicos escolhem o melhor tratamento

A decisão sobre o tratamento do câncer envolve avaliação técnica e conversa com o paciente.

Avaliação multidisciplinar

Muitas vezes participam oncologista clínico, cirurgião oncológico, radio-oncologista, patologista, radiologista, enfermeiro, nutricionista, psicólogo e outros profissionais.

Benefícios, riscos e efeitos colaterais

A equipe avalia chance de resposta, possibilidade de cura, impacto na rotina, toxicidades e objetivos do cuidado. Também considera exames moleculares, condição clínica e comorbidades.

Decisão compartilhada com o paciente

O paciente deve entender:

  • qual é o objetivo do tratamento
  • quais são os benefícios esperados
  • quais efeitos colaterais podem ocorrer
  • quanto tempo o tratamento pode durar
  • quais sinais exigem contato imediato com a equipe

Buscar segunda opinião também pode ser útil em casos complexos.

Onde tratar o câncer

Tratamento pelo SUS

O Brasil oferece tratamento oncológico pelo sistema público. Segundo o INCA, todos os estados têm pelo menos um hospital habilitado em oncologia.

Hospitais habilitados em oncologia

Esses serviços concentram estrutura para diagnóstico, tratamento e acompanhamento. O acesso costuma ocorrer por encaminhamento dentro da rede de saúde.

Quando procurar um oncologista

O oncologista deve ser procurado após suspeita ou confirmação diagnóstica, ou quando houver necessidade de discutir tratamento, segunda opinião ou participação em pesquisa clínica.

Perguntas frequentes sobre tratamento do câncer

O câncer tem cura?

Em muitos casos, sim, especialmente quando o diagnóstico é feito cedo e o tratamento do câncer começa no momento adequado. Mas a chance de cura varia conforme o tipo, o estágio e a resposta individual.

Todo câncer precisa de quimioterapia?

Não. Alguns tumores são tratados com cirurgia, radioterapia, hormonioterapia, imunoterapia, terapia-alvo ou combinação dessas abordagens, sem necessidade de quimioterapia.

Radioterapia dói?

Não costuma doer durante a aplicação. O paciente não sente a radiação entrando, embora efeitos colaterais possam surgir ao longo das sessões.

Imunoterapia substitui quimioterapia?

Nem sempre. Em alguns casos ela substitui, em outros é combinada com quimioterapia, e em muitos tumores nem está indicada.

É possível tratar câncer com mais de uma terapia ao mesmo tempo?

Sim. O tratamento do câncer frequentemente combina modalidades, como cirurgia com quimioterapia, radioterapia com quimioterapia ou terapia-alvo com outras estratégias.

Como saber qual tratamento do câncer é mais indicado?

A definição depende de exames, estadiamento, características moleculares do tumor, estado geral do paciente e avaliação da equipe médica.

Tumor inoperável significa que não há mais o que fazer?

Não. Tumor inoperável apenas indica que a cirurgia não é a melhor opção naquele momento. Ainda podem existir outras terapias eficazes para controle ou até redução do tumor.

Cuidados paliativos significam desistir do tratamento do câncer?

Não. Cuidados paliativos podem ser usados junto com terapias antitumorais para aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Onde fazer tratamento do câncer pelo SUS?

O tratamento deve ser realizado em serviços habilitados em oncologia. O INCA informa que há pelo menos um hospital habilitado em cada estado brasileiro.

Pesquisa clínica é uma opção segura no tratamento oncológico?

Quando aprovada por comitês de ética e conduzida em centros habilitados, sim. A pesquisa clínica segue regras rígidas de segurança e pode ampliar o acesso a terapias inovadoras.

Foto de Dr. Antonio Carlos Buzaid

Dr. Antonio Carlos Buzaid

Destacado oncologista clínico, graduado pela Universidade de São Paulo, com experiência internacional nos EUA, onde foi diretor de centros especializados em melanoma e câncer de pulmão, além de professor na Universidade de Yale. No Brasil, foi membro do comitê gestor do Centro de Oncologia do Einstein e dirigiu centros de oncologia nos hospitais Sírio Libanês e BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente é Diretor Médico Geral do Centro de Oncologia dos Hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis. CRM 45.405

Foto de Dr. Fernando Cotait Maluf

Dr. Fernando Cotait Maluf

Renomado oncologista clínico, graduado pela Santa Casa de São Paulo, com doutorado em Urologia pela FMUSP. Ele foi chefe do Programa de Residência Médica em Oncologia Clínica do Hospital Sírio Libanês e atualmente é diretor associado do Centro de Oncologia do hospital BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, além de membro do Comitê Gestor do Hospital Israelita Albert Einstein e professor livre-docente na Santa Casa de São Paulo. CRM: 81.930

Publicação: 14/04/2025 | Atualização: 26/04/2026

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