Fatores de risco do câncer

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Sumário

Fatores de risco do câncer são condições, hábitos, exposições ou características que aumentam a chance de uma pessoa desenvolver a doença ao longo da vida. Entender esse tema é essencial porque o câncer não costuma ter uma causa única: ele surge a partir da combinação de fatores genéticos, ambientais, comportamentais e do envelhecimento. Hoje, cerca de 40% dos casos globais de câncer são considerados preveníveis, o que mostra o impacto real da informação e da prevenção.

Neste artigo, você vai entender quais são os principais fatores de risco, o que de fato pode ser evitado, quando o histórico familiar merece atenção especial e como interpretar risco sem cair em mitos ou alarmismo. A ideia é traduzir um tema complexo em linguagem simples, útil e baseada em fontes confiáveis.

Pontos importantes

  • Câncer é multifatorial: raramente existe uma única causa, e sim uma soma de influências ao longo do tempo.
  • Ter um fator de risco não significa que a pessoa terá câncer, apenas que a probabilidade pode ser maior.
  • Tabagismo, álcool, alimentação inadequada, obesidade e sedentarismo estão entre os principais fatores evitáveis.
  • Infecções como HPV e hepatites B e C, além de exposições ambientais e ocupacionais, também podem aumentar o risco.
  • Histórico familiar, idade e predisposição genética importam, mas a maioria dos cânceres não é explicada apenas pela herança genética.

O que são fatores de risco do câncer

Os fatores de risco do câncer são elementos que aumentam a chance de a pessoa desenvolver um câncer ao longo da vida. Isso ocorre porque eles podem favorecer alterações no organismo, aumentando a possibilidade de as células crescerem de forma descontrolada. Essas alterações podem atingir genes que regulam o funcionamento celular, como os oncogenes, os genes supressores tumorais e os genes de reparação do DNA.

Em termos simples, o corpo possui mecanismos para controlar o crescimento das células e corrigir danos genéticos. Quando esse sistema falha, especialmente após anos de agressões repetidas, a pessoa pode desenvolver um câncer.

O câncer tem uma causa única?

Na maioria das vezes, não. O câncer é uma doença multifatorial, influenciada por estilo de vida, ambiente, infecções, idade, hormônios e predisposição genética.

Isso ajuda a explicar por que duas pessoas com hábitos parecidos podem ter desfechos diferentes. O risco não depende de um único fator isolado, mas da soma das exposições ao longo da vida.

Ter fator de risco significa que a pessoa terá câncer?

Não. Esse é um dos pontos mais importantes sobre fatores de risco do câncer.

Ter um fator de risco significa aumento de probabilidade, não certeza de diagnóstico. Da mesma forma, uma pessoa sem fatores de risco conhecidos também pode desenvolver câncer, embora em muitos casos o risco seja menor.

Diferença entre fatores modificáveis e não modificáveis

Os fatores de risco podem ser divididos em dois grupos:

  • Modificáveis: podem ser reduzidos ou evitados, como tabagismo, álcool, excesso de peso, sedentarismo, exposição solar sem proteção e algumas infecções preveníveis por vacina.
  • Não modificáveis: não podem ser alterados, como idade, sexo biológico em alguns tumores e parte da predisposição genética.

Essa distinção é importante porque mostra onde a prevenção pode agir de forma mais concreta.

Principais fatores de risco do câncer

A seguir, estão os fatores mais relevantes e melhor documentados na literatura e em órgãos de referência.

Tabagismo

O tabagismo é um dos mais importantes fatores de risco do câncer e o principal fator evitável em todo o mundo. Segundo o INCA, ele está relacionado a cerca de 90% das mortes por câncer de pulmão.

Além disso, o fumo libera mais de 50 compostos cancerígenos e milhares de substâncias tóxicas. O impacto não se limita ao pulmão: o tabaco também aumenta o risco de câncer de boca, laringe, esôfago, bexiga, pâncreas, rim, colo do útero e outros.

Tabagismo ativo

Fumar cigarro industrializado é a forma mais conhecida, mas não é a única. Quanto maior o tempo e a intensidade do consumo, maior tende a ser o risco.

Parar de fumar traz benefícios em qualquer idade. O risco não desaparece imediatamente, mas começa a cair com o tempo.

Tabagismo passivo

Respirar a fumaça de outras pessoas também faz mal. O tabagismo passivo aumenta o risco de doenças respiratórias, cardiovasculares e de câncer, especialmente em ambientes fechados.

Outros produtos de tabaco e nicotina

Charuto, cachimbo, narguilé, rapé e cigarro eletrônico não devem ser vistos como alternativas seguras. Esses produtos expõem o organismo a nicotina, partículas tóxicas e compostos potencialmente cancerígenos.

Consumo de álcool

O álcool é outro fator importante. Ele está associado ao aumento do risco de diversos tipos de câncer, como de boca, garganta, laringe, esôfago, fígado, intestino e mama.

Dados reunidos pelo Oncoguia mostram que o consumo de álcool contribuiu para 5,4% dos casos e 4,1% das mortes por câncer nos EUA em 2019. O risco tende a subir conforme a quantidade e a frequência do consumo.

Efeito combinado entre álcool e tabaco

Álcool e tabaco juntos são ainda mais nocivos. Essa combinação tem efeito sinérgico, ou seja, um potencializa o dano do outro, especialmente nos cânceres de boca, garganta, laringe e esôfago.

Alimentação inadequada

A alimentação também está entre os principais fatores de risco do câncer. O INCA classifica a alimentação e a nutrição inadequadas como a segunda causa de câncer que pode ser prevenida.

Dietas pobres em frutas, verduras, legumes e fibras, e ricas em ultraprocessados, sal e gorduras em excesso, podem favorecer ganho de peso, inflamação e alterações metabólicas relacionadas ao câncer.

Carnes processadas e embutidos

Presunto, salsicha, linguiça, salame, mortadela e bacon merecem atenção. O consumo frequente de carnes processadas está associado principalmente ao câncer colorretal.

Alimentos defumados, conservados e muito salgados

Esses alimentos podem aumentar o risco de alguns tumores, especialmente do trato digestivo, quando consumidos com frequência e em grandes quantidades.

Aflatoxina e alimentos mal armazenados

A aflatoxina é uma toxina produzida por fungos que podem contaminar grãos e alimentos mal armazenados. Ela tem relação com câncer de fígado. Reduzir pela metade a aflatoxina em alimentos poderia diminuir em 40% os casos de câncer de fígado em alguns países asiáticos e africanos.

Métodos de preparo em alta temperatura

Carnes queimadas, grelhadas em excesso ou expostas à fumaça intensa do carvão podem formar compostos prejudiciais. Isso não significa que qualquer churrasco cause câncer, mas que o consumo frequente desse tipo de preparo deve ser moderado.

Excesso de peso, obesidade e sedentarismo

O excesso de peso altera hormônios, induz uma inflamação crônica no organismo e afeta o metabolismo, criando um ambiente biológico mais favorável ao desenvolvimento de tumores. A obesidade está associada a vários tipos de câncer, como mama, endométrio, cólon, rim, fígado e esôfago.

Obesidade e sedentarismo estão relacionados a:

Além disso, cerca de um terço dos casos de câncer pode ser evitado com alimentação saudável, peso adequado e atividade física.

Exposição solar e radiação ultravioleta

A exposição excessiva ao sol, especialmente sem proteção, é um dos principais fatores de risco do câncer de pele. A radiação ultravioleta danifica o DNA das células da pele, e esse dano pode se acumular ao longo do tempo, levando ao surgimento do câncer.

Mais de 90% dos casos de melanoma são atribuídos à exposição intensa e intermitente aos raios solares, especialmente antes dos 15 anos. Isso mostra como a proteção na infância é decisiva.

Radiações ionizantes

Diferentemente da radiação ultravioleta do sol, as radiações ionizantes incluem raios X, tomografias e outras fontes médicas ou ambientais. Em geral, exames de imagem são solicitados quando os benefícios superam os riscos, mas exposições repetidas e sem necessidade devem ser evitadas.

Exames de imagem e exposições repetidas

Um exame isolado raramente representa grande risco. O problema está mais na repetição desnecessária, sobretudo quando há alternativas diagnósticas adequadas.

Por isso, é importante informar ao médico exames recentes já realizados e evitar fazer imagens por conta própria.

Exposição ocupacional e ambiental

Muitos carcinógenos estão presentes no trabalho e no ambiente. O INCA informa que cerca de 80% dos casos de câncer estão relacionados à exposição a agentes presentes nos ambientes onde se vive.

Amianto, benzeno, sílica, agrotóxicos e aminas aromáticas

Essas substâncias estão ligadas a diferentes tipos de câncer. Exemplos:

  • Amianto: associado a mesotelioma e câncer de pulmão
  • Benzeno: relacionado a leucemias
  • Sílica: ligada a câncer de pulmão
  • Aminas aromáticas: associadas a câncer de bexiga
  • Alguns agrotóxicos: podem aumentar risco em contextos específicos de exposição

Em ambientes ocupacionais, medidas como EPI, ventilação adequada, monitoramento e cumprimento de normas de segurança fazem diferença.

Poluição do ar

A poluição atmosférica está associada principalmente ao câncer de pulmão. Ela é uma exposição involuntária, o que reforça a importância de políticas públicas e controle ambiental.

Radônio

O radônio é um gás radioativo natural que pode se acumular em ambientes fechados. Embora pouco lembrado no Brasil, ele é um fator reconhecido de risco para câncer de pulmão.

Infecções associadas ao câncer

Algumas infecções crônicas podem favorecer o surgimento de câncer porque causam inflamação persistente, alterações celulares ou imunossupressão.

HPV

O HPV está ligado ao câncer do colo do útero, ânus, pênis, vulva, vagina e parte dos cânceres de orofaringe. A vacinação e o uso de preservativo ajudam na prevenção, embora o preservativo não elimine totalmente o risco de transmissão.

Hepatites B e C

As hepatites virais crônicas podem causar inflamação prolongada no fígado, cirrose e aumento do risco de câncer hepático. A vacina contra hepatite B é uma estratégia concreta de prevenção do câncer.

Helicobacter pylori

Essa bactéria pode infectar o estômago e, em alguns casos, aumentar o risco de câncer gástrico. Quando identificada, pode ser tratada.

HIV, Epstein-Barr e outros agentes

O HIV aumenta o risco de alguns cânceres por comprometer o sistema imunológico. Já o vírus Epstein-Barr está relacionado a alguns linfomas e outros tumores em contextos específicos.

Parasitas associados a câncer

Em certas regiões do mundo, alguns parasitas também estão ligados a cânceres específicos. Não são causas comuns na população geral, mas mostram como os fatores de risco do câncer podem variar conforme a geografia e as condições sanitárias.

Inflamação crônica e doenças inflamatórias

Processos inflamatórios persistentes podem favorecer dano celular contínuo. Doenças inflamatórias intestinais, hepatites crônicas e outras condições prolongadas são exemplos de contextos em que o risco pode aumentar.

Medicamentos, hormônios e tratamentos médicos

Alguns medicamentos e terapias hormonais podem alterar o risco em situações específicas. Isso não significa que devam ser evitados apesar de uma avaliação médica, mas sim usados com acompanhamento adequado.

Terapia hormonal

Dependendo do tipo, da dose, do tempo de uso e do perfil da pessoa, terapias hormonais podem modificar o risco de alguns tumores. A decisão deve sempre considerar benefícios e riscos individualmente.

Quimioterapia e radioterapia

Alguns tratamentos oncológicos podem, raramente, aumentar o risco de um segundo câncer no futuro. Ainda assim, quando indicados, seus benefícios no controle da doença atual geralmente superam esse risco.

Idade, envelhecimento e risco de câncer

A idade é um importante fator não modificável. Com o envelhecimento, as células acumulam danos ao DNA, e os mecanismos de reparo podem se tornar menos eficientes.

Segundo o MSD Manuals, mais de 60% dos cânceres ocorrem em pessoas com mais de 65 anos nos EUA. Mas é importante destacar que o número de casos de câncer em pessoas jovens tem aumentado progressivamente no Brasil e no mundo.

Histórico familiar, hereditariedade e predisposição genética

Ter casos de câncer na família pode aumentar o risco em algumas situações, mas isso não quer dizer que todo câncer seja hereditário. A maioria dos casos não se explica apenas por mutações herdadas.

Algumas síndromes genéticas aumentam bastante o risco, como mutações nos genes BRCA1 e BRCA2. Pelo menos 5% dos cânceres de mama têm concentração familiar explicada por mutações hereditárias em genes supressores.

Fatores geográficos, culturais e sociais

Onde a pessoa vive, trabalha e cresce influencia o risco. Isso inclui poluição, acesso à vacinação, alimentação, exposição solar, saneamento, ocupação profissional e acesso a rastreamento e diagnóstico precoce.

Esse ponto é importante para evitar culpa individual. Nem todos os riscos dependem apenas de escolha pessoal.

Tabela: fator de risco e cânceres associados

Fator de riscoCânceres mais associados
TabagismoPulmão, boca, laringe, esôfago, bexiga, pâncreas, entre outros
ÁlcoolBoca, garganta, laringe, esôfago, fígado, mama, intestino, entre outros
ObesidadeMama, endométrio, cólon, rim, fígado, esôfago, entre outros
Exposição solar UVCâncer de pele, incluindo melanoma
HPVColo do útero, ânus, pênis, vulva, vagina, orofaringe
Hepatites B e CFígado
Helicobacter pyloriEstômago
AmiantoPulmão, mesotelioma
BenzenoLeucemias, entre outros

Quais fatores de risco são evitáveis

Grande parte dos fatores de risco do câncer pode ser reduzida com medidas práticas de prevenção primária.

O que pode ser prevenido com mudanças no estilo de vida

As principais ações incluem:

  • não fumar e evitar exposição à fumaça do tabaco
  • reduzir ou evitar álcool
  • manter peso corporal adequado
  • praticar atividade física regularmente
  • ter alimentação rica em alimentos in natura
  • limitar carnes processadas e ultraprocessados
  • proteger a pele do sol
  • vacinar-se contra HPV e hepatite B
  • usar preservativos durante relações sexuais
  • seguir normas de segurança no trabalho
  • tratar infecções e doenças crônicas quando indicado

O que não pode ser mudado, mas pode exigir acompanhamento

Alguns fatores não são evitáveis, mas exigem atenção:

  • idade avançada
  • mutações hereditárias
  • histórico familiar importante
  • síndromes genéticas
  • tratamentos prévios que elevem risco futuro

Nesses casos, o foco é vigilância, orientação médica e, quando necessário, rastreamento individualizado.

Prevenção primária e secundária

A prevenção primária busca evitar que o câncer apareça. É o caso de parar de fumar, vacinar-se, controlar o peso e reduzir exposição a carcinógenos.

A prevenção secundária procura detectar alterações precocemente, antes que causem sintomas ou em fases iniciais, por meio de rastreamento e acompanhamento quando indicados. Uma não substitui a outra. As duas se complementam.

Quando procurar avaliação médica

Nem todo fator de risco exige exames imediatos, mas algumas situações merecem avaliação individual.

Quem deve ter atenção especial

Procure orientação médica se você:

  • fuma ou fumou por muitos anos
  • tem consumo frequente de álcool
  • trabalha com agentes químicos ou poeiras tóxicas
  • teve infecções como HPV, hepatite B, hepatite C ou H. pylori
  • tem obesidade ou doenças inflamatórias crônicas
  • recebeu radioterapia ou quimioterapia no passado

Quando histórico familiar muda a conduta

O histórico familiar merece atenção especial quando há:

  • vários parentes com o mesmo tipo de câncer
  • câncer em idade jovem
  • casos de mama e ovário na mesma família
  • tumores bilaterais ou múltiplos
  • vários casos em gerações sucessivas

Nessas situações, pode ser indicado aconselhamento genético.

Sinais de alerta e orientação profissional

Embora este artigo foque em risco e não em sintomas, vale procurar atendimento se houver sinais persistentes como perda de peso sem explicação, sangramentos anormais, nódulos, mudança intestinal duradoura, tosse persistente ou lesões de pele que mudam de aspecto.

Perguntas frequentes sobre fatores de risco do câncer

Câncer é hereditário?

Nem sempre. Alguns casos têm forte componente hereditário, mas a maioria dos cânceres resulta da interação entre envelhecimento, ambiente, hábitos e fatores biológicos.

Ter fatores de risco do câncer significa que vou ter a doença?

Não. Os fatores de risco do câncer aumentam a chance, mas não determinam que o câncer vai acontecer. Eles servem para orientar prevenção e acompanhamento.

Obesidade aumenta o risco de câncer?

Sim. O excesso de peso está associado a vários tipos de câncer porque altera hormônios, induz inflamação crônica e afeta o metabolismo.

HPV causa quais tipos de câncer?

O HPV pode estar ligado ao câncer do colo do útero, ânus, pênis, vulva, vagina e parte dos tumores de orofaringe. A vacinação é uma das formas mais importantes de prevenção.

Exposição ao sol na infância aumenta o risco de câncer no futuro?

Sim. Queimaduras solares e exposição intensa nos primeiros anos de vida aumentam o risco de melanoma e outros cânceres de pele no futuro.

Exames com radiação causam câncer?

O risco de um exame isolado costuma ser baixo. A preocupação maior está em exposições repetidas e desnecessárias, por isso os exames devem ser feitos com indicação médica.

Quem nunca fumou pode ter câncer?

Pode. Embora o tabagismo seja um dos principais fatores, ele não é o único. Genética, infecções, poluição, idade e outros fatores também influenciam.

Cigarro eletrônico aumenta risco de câncer?

Ainda há estudos em andamento, mas ele não é considerado seguro. Pode expor o organismo a nicotina, solventes, metais e outras substâncias tóxicas.

Quais fatores de risco do câncer são mais evitáveis?

Os mais evitáveis incluem tabagismo, álcool, obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, exposição solar sem proteção e algumas infecções preveníveis por vacina e/ou por uso de preservativos.

Quando devo procurar aconselhamento genético por risco de câncer?

Quando há muitos casos na família, tumores em idade jovem, repetição do mesmo câncer entre parentes ou combinações sugestivas, como mama e ovário. Nesses casos, a avaliação especializada ajuda a definir o risco real.

Foto de Dr. Antonio Carlos Buzaid

Dr. Antonio Carlos Buzaid

Destacado oncologista clínico, graduado pela Universidade de São Paulo, com experiência internacional nos EUA, onde foi diretor de centros especializados em melanoma e câncer de pulmão, além de professor na Universidade de Yale. No Brasil, foi membro do comitê gestor do Centro de Oncologia do Einstein e dirigiu centros de oncologia nos hospitais Sírio Libanês e BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente é Diretor Médico Geral do Centro de Oncologia dos Hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis. CRM 45.405

Foto de Dr. Fernando Cotait Maluf

Dr. Fernando Cotait Maluf

Renomado oncologista clínico, graduado pela Santa Casa de São Paulo, com doutorado em Urologia pela FMUSP. Ele foi chefe do Programa de Residência Médica em Oncologia Clínica do Hospital Sírio Libanês e atualmente é diretor associado do Centro de Oncologia do hospital BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, além de membro do Comitê Gestor do Hospital Israelita Albert Einstein e professor livre-docente na Santa Casa de São Paulo. CRM: 81.930

Publicação: 30/01/2025 | Atualização: 26/04/2026

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